Olá bailarinas e bailarinos que passam por aqui!!!

Tenho visto no meu perfil do insta uma grande procura por ballet por um público que quer começar mais tarde, mas se achando “velhos demais para começar o ballet”. Pode isso?

Então, vamos falar sobre ballet adulto?

Como vcs já devem saber, eu comecei a fazer ballet aos 6 anos de idade. Era uma criança que tinha bronquite asmática e precisava me exercitar. Comecei, então, minhas aulas de… NATAÇÃO!!! Mas eu não curtia nadar tanto assim. E, numa onda “maria-vai-com-as-outras” resolvi fazer ballet. Afinal, se todas as minhas amiguinhas fazem, deve ser legal!!! Entrei no ballet e NUNCA MAIS PAREI DE DANÇAR.

Mas e se vc não é como eu? E se vc não começou quando criança?

Se vc quer começar o ballet mais tarde, na fase adulta, pq gosta, pq acha bonito, não tem problema! Vc pode SIM começar mais tarde!!! O limite de idade só será uma realidade para quem quer ser bailarino profissional de uma grande escola, como eu já disse no útimo post!!! Não sendo o seu caso, vc pode começar a dançar com quantos anos vc desejar!!! Na Petite Danse, uma aluna começou o ballet somente aos SESSENTA E QUATRO ANOS DE IDADE!!! Quem impõe nossas limitações somos nós! Tendo condições, simplesmente dance!!!

Antigamente realmente existia uma afirmação que era verdadeira: “ou vc entra no ballet criança ou não entra nunca mais!”. Hoje em dia, isso mudou! Ainda bem!!! As turmas de ballet adulto transformaram essa realidade do ballet clássico e vieram a permitir que bailarinos(as) que não dançaram na infância começassem a dançar, espalhando mais gente feliz pelo mundo (pq “quem dança é – MUITO MAIS – feliz“).

Mais uma vez, deixo então abaixo dois vídeos-inspiração para quem possa estar se sentindo velho(a) demais para isso!

Quer começar uma nova atividade aos 20, 30, 40, 50… ? Pq não o ballet? O ballet é uma atividade física extremamente prazerosa e gratificante que pode trazer inúmeros benefícios como melhora da postura, do equilíbrio, do condicionamento físico, da coordenação motora, da memória e muitos outros! Além de ser uma arte MARAVILHOSA, que EU AMO!

Hoje em dia, muitas escolas de todo o Brasil oferecem aulas de ballet adulto, pensando em quem está começando a dançar mais tarde. Inclusive, mesmo no ballet adulto, existe a possibilidade de começar a fazer aulas de ponta, a depender, dentre outras coisas, do desempenho do aluno, como já disse num post anterior, e a fazer apresentações, se vc desejar.

Se vc é do Rio de Janeiro, assim como eu, recomendo a Petite Danse, uma das escolas que eu faço minhas aulas de ballet! Lá tem ballet adulto em todas as suas unidades: Tijuca, Barra e Cidade Jardim (para mais detalhes, clique aqui), e a aula experimental é gratuita!!!

Começar algo novo depois de mais velho não será muito fácil e o ballet também não é muito fácil! Mas se é o que vc deseja, se permita a isso! Não se incomode com o julgamento dos outros!!! COM CERTEZA vc não será a única bailarina adulta iniciante perdida por aí! Não se preocupe se vc não sabe nada de ballet e que nunca dançou antes! Ninguém nasce sabendo, não é mesmo? E vc verá o quão prazeroso será dançar. Especialmente junto com pessoas que também estão vivenciando a mesma experiência que vc de dançar ballet pela primeira vez!

O ballet é uma atividade que vai requerer a superação dos seus próprios limites sempre! Eu com meus mil anos de ballet também tenho as minhas dificuldades! Não se menospreze por causa disso e dê o seu melhor a cada dia, que vc verá a sua evolução!

Para quem já não conhece e quer saber mais sobre a rotina do ballet adulto, convido a conhecerem os perfis do instagram: @bailarinasadultas, @meiaponta @eubailarina e @pointeshoesdiaries – todos de bailairinas que só foram dançar mais tarde.

Convido também a conhecerem o blog Bailarinas Adultas, que como já diz o nome, é sobre bailarinas que começaram a se encantar pelo ballet clássico mais tarde, na vida adulta; que têm em comum comigo e com meus leitores a mesma paixão pelo ballet, mas que junto desta arte linda têm seus trabalhos, seus empregos. Elas vão se apresentar dia 10/12, no mesmo final de semana que eu. E assim como eu, também estão ensaiando e super animadas para o espetáculo de final de ano delas!

Como o ballet adulto, não faz parte da minha história, já que comecei a dançar quando criança e nunca mais parei, deixo resumidamente a história delas dentro do ballet para que vcs possam se inspirar:

Roberta Chaves

“Fui uma adolescente e jovem adulta bem sedentária.  Nunca encontrei nenhuma atividade que me despertasse tanto interesse e paixão quanto a natação. 
Em 2013 eu estava passando por um período meio complicado. Com 26 anos, formada (sou bacharel em Relações Internacionais) desde 2008, pós graduada mas sem emprego, desde 2011 estudando para concurso público. (…)
Pois bem, depois de bater na trave algumas vezes, senti precisava arrumar alguma atividade que me relaxasse e que conseguisse “me desligar” das preocupações por ao menos 1h do meu dia. E foi quando me surgiu a ideia de fazer alguma dança.  Ballet? Claro que não! Resolvi que ia fazer jazz. 
Procurei na internet algum lugar com aulas de jazz iniciante para adultos. Nem cogitei bater na porta das escolas tradicionais de dança porque acho que morreria de vergonha. Foi quando eu encontrei informação sobre a Up Dance Studio. 
Lembro de tudo como se fosse hoje.  Cheguei e fui recebida na recepção pela Rosana. Pela minha decepção (hoje eu entendo como destino) me informou que a academia não tinha mais aulas de jazz. No momento, ela me convidou para assistir a turma iniciante de ballet com a professora Cristina Veith Camargo. Gelei! Ballet? Eu? 
Por educação? Aceitei a proposta e fui assistir a aula.Bom… o resto é história.  Desde então nunca mais saí do Ballet. Foi amor a primeira vista. Amor a primeiro demi plié”

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Viviane Santos

Eu não sabia o que estava por vir na minha vida quando entrei no ballet. Não sabia que minha mãe iria falecer. Foi um momento muito difícil e foi muito importante que eu estivesse em contato com essa arte que fazia outra coisa com o corpo, diferente do que eu estava acostumada, que era usar as mãos e o corpo para falar (na língua de sinais a gente usa o corpo e as mãos para construir as palavras e como minha primeira língua foi a língua de sinais, eu uso muito o corpo para falar até hoje, afinal, continuo usando a língua de sinais). (…)

O ballet era a hora mais esperada da semana (ainda é rsrsrs), pois quando estava em sala, minha preocupação era a sequência da Barra, esticar o pé, encolher a barriga, en dehors, ouvir e sentir a música. Naquela hora eu transformava todo meu sofrimento em dança e minha língua, a língua de sinais, em movimento. Desde aquela primeira aula, nunca mais consegui ficar sem dançar. (…)

O ballet foi minha fuga, meu companheiro foi minha sanidade mental. Hoje faz parte da minha vida, tipo escovar os dentes ou me alimentar. O ballet hoje faz parte de quem eu sou. “

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Fabi Noronha

O amor pelo ballet sempre ficou ali, quietinho, dentro de mim. Na minha cabeça, o que realmente era uma realidade até pouco tempo, se não entrasse para o Ballet quando criança, quem sabe em outra vida. Rs. Veio o vestibular. Estava no ano de 2012 quando iniciei no cursinho e queria Medicina, um curso bastante concorrido. Estudei muito, todos os meus segundos eram usados para me capacitar e passar pra uma faculdade pública. Quase no fim desse ano, percebi que precisava fazer algo pra mim. Não Fazia exercício físico desde sei lá quando e me fazia muita falta. Foi quando descobri o studio no qual danço hoje(…) No segundo dia, a professora levou a chinerina e descobri que meu pé era bom para o ballet. Oras! Essa era nova. Outubro chegou, e com ele o ENEM. Fiz, lembro que cansada e com um pensamento – se não passar, o que será de mim? Não sei se aguento mais outro ano com tamanho esforço e sem vida social como esse que passou. Mas não me vejo fazendo outra coisa.

Resultado saiu, você passou!!! Parabéns!!! Para UFRJ – Macaé. Tchau, ballet! É..

Meu destino me levou a outra cidade e o amor que eu sentia pelo ballet, novamente, teve que ficar bem quietinho no meu peito. Só que dessa vez, pior, eu havia conhecido o gosto dos plies, dos adagios, do en dehors. 1 ano longe. Passei pra UFRJ – fundão! OBA! Vou voltar ao ballet. Dito e feito, me rematriculei. De lá pra cá, nunca mais deixei de fazer. Minha vida, definitivamente, não era mais a mesma. Não sei como passei tanto tempo sem saber o que era respirar o clássico. Meu ballet querido. Hoje, sei que tenho minhas limitações, não sou mais criança. Não tenho tanto tempo quanto queria para me dedicar a dança. Mas o ballet adulto veio pra mostrar que é possível. Tenha o tempo que você tiver. Seja quem você for. É só botar a sapatilha e ir. A consciência corporal, a postura, a cabeça erguida – isso é ballet adulto. Orgulho do que conseguimos conquistar todos os dias em que estamos praticando. Eu não sei mais o que seria de mim sem o ballet e sem as minhas companheiras de turma. Com certeza, menos feliz.”

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Clarice Perrot

Tenho 26 anos. Sou jornalista e bailarina adulta. Gosto de me identificar desta forma, pois comecei a me dedicar verdadeiramente ao ballet na faixa dos meus vinte e poucos anos. Não tenho a dança como profissão, mas sou uma bailarina formada pelo amor a ela. (…)

Não entendi muito bem o que estava acontecendo, porém me recordo que foi uma época muito difícil para nós. E as poucas escolas de dança que existiam perto de casa, eram muito caras, meus pais não tinham mais como pagar. Só não parei de dançar, pois entrei para um grupo de dança na minha igreja, com incentivo da minha mãe. Foi uma fase maravilhosa, me dediquei por alguns anos no ministério, mas sentia que precisava buscar por aulas de ballet. Sempre gostei desse estilo. Com 15 anos, consegui entrar em uma escola de dança, mas tive a sensação de que o meu tempo havia passado (mesmo tão novinha, com essa idade, eu já me sentia assim). (…) Quando estava prestes a casar, não sei por que, não sei se vi em alguma notícia sobre a existência do ballet para adultos iniciantes, mas comecei a procurar por lugares que tinham essa modalidade. E como eu pesquisei! Algum tempo depois de casada, eu encontrei a academia onde estou agora, e posso dizer que me encontrei novamente no ballet. Pude entender que realmente sou sim uma bailarina, independente da idade. É incrível ver, não só a minha, mas a evolução de todas as mulheres que estão ali buscando o mesmo sonho. (…)

Hoje, apesar de meus pais lamentarem como não conseguiram investir nessa arte, eu não guardo tristeza nenhuma disso. Digo sempre que o amor deles e os sacrifícios que eles fizeram por mim e pela minha irmã está acima de tudo neste mundo. Além do mais, falo também para eles, eu sou sim bailarina. Uma movida pelo amor à dança(...)”

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Ana Paula

Meu encontro com o ballet foi um pouco diferente! Ainda pequena, com pouca idade, não sabia o que queria. Queria ser criança, me divertir! Mas eu já amava dançar! Recordo-me que todos os eventos da escola eu sempre me oferecia para dançar. Já fui Bela, Grilo Falante, Jasmine, dançarina de Can Can, ginasta. Contudo, minha mãe desde sua infância tinha o sonho de fazer ballet! Via suas amigas dançando no Municipal e seus olhos brilhavam como ela mesma sempre me dizia, porque queria estar ali com elas! Infelizmente, minha avó não teve condições de pagar as aulas porque  naquela época o custo era alto para frequentar e seguir carreira! Passou se o tempo, eu nasci e foi em mim que minha mãe viu aquela esperança de sentir o ballet mais próximo! Pequena, me matriculou em uma academia de dança. Confesso que não era muito fã, mas estava ali pela minha mãe e o amor dela pela dança! O tempo passou e cada vez mais fui me envolvendo. Entrei para o jazz e sapateado, esta última sendo minha maior paixão durante anos! Minhas aulas de ballet eram sofridas, professora carrasca, algumas vezes até saía chorando e falando que não queria mais. No entanto, passavam-se dois dias e lá estava eu retornando a aula, pelo amor a dança, mas muito mais pelo amor da minha mãe por ela (pois via o quanto ficava feliz em me ver no ballet). (…)

Já na fase adulta, comecei a sentir necessidade de me exercitar e me matriculei na academia. Fiquei um bom tempo fazendo, mas meu corpo e meu coração pediam algo mais. Foi nessa angústia que percebi o quão de fato eu amava a dança, o quão de fato amava o ballet. Comecei então uma procura por academias de dança e descobri o ballet adulto. Morando no Méier, descobri a Up Dance e me deparei com uma professora incrível, atenciosa, carinhosa, que amava o que fazia e via o melhor de suas alunas. Encantei-me e assim que acabei de assistir a aula, me matriculei. Faço aula aos sábados e confesso que não sou uma aluna assídua, já que tem vezes que o corpo não aguenta a semana turbulenta de uma professora de alfabetização com duas turmas. rs. Mas quando vou, me sinto mais leve e alegre. Por mais que eu tenha sofrido um pouco lá no inicio do ballet, quando criança, hoje percebo o quão foi importante. Fiz grandes amizades, aprendi muita coisa com minha professora que carregava na bagagem um currículo vasto e me aproximei ainda mais da minha mãe, que estava sempre lá, literalmente vestindo a camisa “mãe de bailarina”

Hoje, a história se inverteu um pouco: depois de um tempo na Up, percebi que seria a grande oportunidade da minha mãe realizar o sonho dela. Então, decidi leva-la para assistir uma aula minha e assim que acabou já estávamos na secretaria, matriculando-a. (…)

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Lígia Jardim

Sou filha de pais arquitetos – uma de 4 filhos. Minha família sempre se envolveu com arte, história, música e dança. Meus pais e irmãos cantam e tocam instrumentos, tenho uma tia bailarina e outra que canta de maneira belíssima! Não é à toa que amo tudo isso.(…)  Dancei ballet até os 7 anos. Depois, tive que trocar de academia e então dancei jazz até 9/10 anos. Só voltei a dançar em academias aos 15. Mas, durante esses cinco anos, eu não consegui ficar parada em casa.

Decidi voltar a dançar. “Esse vai ser o momento em que irei me dedicar inteiramente ao ballet!”, pensei. Procurei diversas academias mas todas elas eram bem rudes comigo quando descobriam minha idade. Acabei desistindo.

Num dia de 2015, passeando pelo bairro onde moro, eu vi uma academia que tinha aulas de pole sport. Passei dois dias pensando se voltaria lá e voltei.

O pole sport é um esporte incrível! Me fez reconhecer meu próprio corpo. 
Porém, logo depois das aulas de pole, tinha uma turma de ballet… Uma turma de ballet adulto! O ballet me chamava todos os dias e então, para ele eu fui!” 

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Renata Mello

“Sabe aquele sonho que toda criança tem? “Um dia vou ser astronauta/veterinário/policial/ professora/médica”? Pois bem, o meu, desde pequenininha, era ser bailarina.

Sempre me imaginei dançando e rodopiando pelos palcos afora. Mas a menina cresceu e por azar, (hoje em dia penso que é sorte, rsrs), não tive a chance de realizar esse sonho. Então, não pense que ele morreu só porque cresci.

Não. Ele sempre esteve vivo dentro de mim, só esperando uma oportunidade para aflorar e bater asas.

E assim aconteceu…

No ano de 2012, eu nos meus altos 22 anos, me surpreendi com a chance que sempre quis ter na vida: a chance de fazer ballet. Fiz por um ano, me apresentei e tudo com as outras meninas. Mas, ao final daquele ano, aconteceram muitos problemas em minha vida e o principal deles foi a perda de meu avô. Fiquei muito triste e achei melhor sair da academia onde estava. Acabei ficando afastada por um ano.

E então, quando 2014 deu seus primeiros passos, coloquei como meta que iria voltar a fazer a atividade que sempre desejei e sonhei. Dito e feito! (…)

Quando acordo às 8 horas da manhã de sábado e me lembro que é mais um dia de ballet, eu levanto feliz da vida pois vou seguir com meu sonho de menina e encontrar muita paz e alegria com essa turma que é a melhor turma que eu poderia imaginar.”

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Michelle Mattos

“Gosto de dançar desde pequenininha. Minha mãe sempre dizia que em qualquer lugar que estivesse se tocasse uma música, lá estava eu, pulando e inventando passos, e se não tivesse música dançava mesmo assim.

Aos 4 anos comecei a fazer aulas de ballet em uma academia próxima de casa. Eu adorava. Aguardava ansiosamente os dias das aulas. Vivia fazendo passos de ballet pela casa e andava na rua com “pose” de bailarina e cara de “besta”, como conta minha tia. Gostava muito de assistir às aulas das bailarinas mais velhas, ficava olhando elas e imaginando se eu, um dia, conseguiria dançar daquela maneira, usando as lindas sapatilhas de ponta. Cheguei a participar de alguns festivais infantis com o grupo de dança dessa academia e guardo os figurinos utilizados nas apresentações até hoje. Com 8 anos mais ou menos, meus pais e eu mudamos para outro bairro e infelizmente ficou distante para continuar as aulas na academia. Devido a outros diversos fatores, não consegui voltar a fazer aulas de ballet.

O tempo passou, cresci. Veio o ensino médio, a faculdade, estágio, trabalho. Nesse período tentei fazer várias atividades, inclusive aulas de dança como hip-hop e outros ritmos, mas apesar de gostar de dançar, nenhuma atividade me motivava de verdade, sentia que faltava algo. O ballet, paixão adormecida, sempre vinha ao meu pensamento mas já com 24 anos não achava que seria possível retomar esse sonho. Nessa época, comecei a ouvir falar sobre o Ballet adulto e uma faísca de esperança se acendeu no meu coração. Pesquisei sobre o assunto e vi que ainda existiam poucas opções aqui no Rio, a maioria pouco viável para mim devido ao horário de trabalho. (…)

Assistindo a aula, fiquei encantada com aquela turma alegre, com bailarinas de várias idades e com aquela professora carinhosa e atenciosa, que respeitava e ajudava na dificuldade de cada aluna. Naquele momento, tive certeza que era realmente aquilo que precisa fazer.(…)

Fiquei super empolgada, mas como já fazia muito tempo que eu não fazia aulas, preferi me matricular na turma iniciante. No sábado seguinte, lá fui eu para a primeira aula de ballet depois de 16 anos. Parecia que era a primeira da vida, muitos passos que eu não lembrava o nome, outros que nunca tinha nem ouvido falar(…)”

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Até o próximo post!!!