Tutu da Ju https://tutudaju.com Meu blog de ballet Thu, 12 Sep 2019 13:17:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.0.6 Quem é Eliza Gaynor Minden? https://tutudaju.com/quem-e-eliza-gaynor-minden/ https://tutudaju.com/quem-e-eliza-gaynor-minden/#respond Thu, 27 Jun 2019 19:51:42 +0000 https://tutudaju.com/?p=1152 Oi pessoal! Como muitos de vocês sabem, eu já uso a sapatilha de ponta da Gaynor há alguns anos (desde 2009 quando estive em San Francisco, CA em um intercâmbio) ! Mas vocês sabem sobre a sua criadora, a Eliza Gaynor Minden? Se ela era bailarina, se também dançava? Quem é Eliza? E esse post […]

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Oi pessoal!

Como muitos de vocês sabem, eu já uso a sapatilha de ponta da Gaynor há alguns anos (desde 2009 quando estive em San Francisco, CA em um intercâmbio) ! Mas vocês sabem sobre a sua criadora, a Eliza Gaynor Minden? Se ela era bailarina, se também dançava? Quem é Eliza? E esse post é sobre a história dela e de como ela pensou na melhor sapatilha de ponta do mundo, queridinha de MUITA bailarina por aí, inclusive a que está aqui escrevendo pra vcs!

Hoje, a Eliza Gaynor Minden é a dona de uma grande marca de sapatilha de ponta e dancewear, que é usada por muitos bailarinos mundo a fora. Mas a história dela com a dança começa muito antes disso.

Nessa foto é a própria Eliza ao 15 anos de idade! Então, SIM! A criadora da Gaynor fez ballet!!!  O ballet era parte da sua família. Ela nasceu em Boston, Massachusetts, em 1959. Cresceu em Southport, Connecticut, onde foi incentivada a dançar por sua mãe, uma professora de ballet em Connecticut. 

Eliza estudou técnicas da Cecchetti e da Royal Academy of Dancing em estúdios em sua cidade natal, Southport, Connecticut, e recebeu mais treinamento de ballet na Jacob’s Pillow e em Nova York. Ela cresceu em uma família amorosa de ballet com um estúdio de dança em sua casa. Sua mãe era uma professora de balé da RAD que fundaria a Escola de Dança de Connecticut; sua irmã se formou na Escola de American Ballet e dançou profissionalmente.

Minden estudou ballet durante toda a sua juventude, mas decidiu ir para a faculdade e o ballet tornou-se um passatempo alegre. Ela era uma amadora ardente. Na faculdade conseguiu um diploma de bacharela pela Universidade de Yale. Depois da faculdade, trabalhou em Administração de Artes. Uma das coisas que fez foi trabalhar na gestão de companhias de dança e descobriu que as sapatilhas tradicionais, que normalmente duram apenas uma performance, eram uma fonte de grande frustração financeira para essas organizações. Essas companhias, muitas das quais sem fins lucrativos, seriam forçadas a comprar novas sapatilhas regularmente para cada bailarina, adicionando milhares de dólares às suas despesas gerais. Minden, um atleta com experiência em vela, windsurf e esqui, sabia que muitos materiais modernos haviam sido incorporados ao equipamento para esses esportes – por que não para o ballet também? Ela começou a trabalhar em projetos para um novo tipo de sapatilha de ponta, incorporando materiais avançados. Ela foi capaz de aproveitar o conhecimento de desenvolvimento de produto e fabricação que adquiriu através do negócio de iluminação energeticamente eficiente de sua família.

Eliza sempre ficava irritada por as sapatilhas de ponta serem tão dolorosas e, uma vez que começou a apreciar a economia do mundo do ballet, ficou ainda mais irritada porque comprar sapatilhas é tão caro. Ela sempre teve a impressão de que se as sapatilhas de ponta fossem mais confortáveis  durariam mais. Então, começou a aprender mais sobre lesões de ballet e percebeu que as bailarinas têm lesões no pé e no tornozelo que os dançarinos do sexo masculino não têm, e os bailarinos clássicos têm lesões que os dançarinos modernos não têm. Ela pensou claramente que isso está relacionado ao trabalho de ponta e que algo poderia ser feito para tornar os sapatos mais úteis ou, pelo menos, menos prejudiciais.

Com essas idéias em mente, decidiu que deveria tentar melhorar a sapatilha de ponta e começou a pesquisar e explorar, abrindo cada sapatilha de ponta que ela conseguia colocar em suas mãos. Ela literalmente as cortou ao meio. Ela usou a serra de fita do irmão e ele ficou bravo porque ela entortou a lâmina. Mas o que ela encontrou no interior a fez resolver para tentar fazer melhor, porque os materiais de fabricação nas sapatilhas de ballet não mudaram em nada desde a virada do século passado. Ainda são papelão, couro, serapilheira, pasta, papel, cola e pregos. Estes foram os melhores materiais que estavam disponíveis em 1905, mas o design de sapatilhas de ponta não acompanhou os desenvolvimentos do século XX. Esse é o problema com eles. Eles são dolorosos e barulhentos e não duráveis ​​e não protegem o pé. Mas tendo crescido aproveitando os benefícios da tecnologia quando se trata de equipamentos e roupas para esportes, eu pensei bem, certamente materiais melhores poderiam ser aplicados a sapatilhas de ponta. E esse foi o início de uma jornada de oito anos pesquisando e desenvolvendo um sapato de ponta usando materiais modernos.

O projeto tornou-se mais complexo do que ela previra. Ela criou centenas de protótipos, testando-os em diferentes superfícies de piso, em vários climas e com dançarinos de diferentes formas, tamanhos e habilidades. Ela também procurou o conselho de especialistas médicos com especialização no tratamento de bailarinos. Ela fez o máximo que pôde com suas próprias mãos, mas quando ela precisou de um componente moldado para a parte de apoio do sapato – a haste / caixa do dedo do pé – a idéia era substituir o papelão, couro ou aniagem normalmente usado com um material plástico avançado chamado elastomérico. Este componente teve que ser moldado. Um amigo conectou-a com alguém que fez moldes para que ela conseguisse um protótipo de molde.

Para aperfeiçoar o design, ela mesma modificou as partes do protótipo moldado e fixou várias espumas de absorção de choque em diferentes áreas. Finalmente, ela pegou o que havia feito, que era o interior do sapato, a um sapateiro feito sob encomenda para que o envolvessem em cetim e colocasse uma sola externa sobre ele. Ela só podia dar ao luxo de fazer um único sapato de cada vez. Minden passou uma década em pesquisa e desenvolvimento e, finalmente, valeu a pena.

“Eu fiz tudo sozinha. E isso foi antes da internet. É por isso que demorou oito anos. Eu tive uma vantagem em que a empresa familiar que é dirigida por meu pai é uma empresa de manufatura. Desde a infância, tenho estado familiarizado com a forma como você fabrica fisicamente um produto. Eu poderia visualizar, bem, OK, esta é uma peça moldada e a máquina de moldagem se parece com isso, e se você montar essa peça, parece que é assim. Meu avô e meu pai são inventores e têm patentes, então era normal eu pensar que poderia ter uma ideia, criar um protótipo e produzi-lo. Isso não foi psicologicamente assustador. Eu cresci com exemplos positivos de como você faz isso. Fazer a pesquisa e o desenvolvimento reais foi muito difícil porque eu tive que literalmente fazer um sapato de cada vez. Eu tentei primeiro no meu próprio pé e depois no pé da minha irmã e, em seguida, se nós dois gostássemos, eu levaria para dançarinos em Nova York e tentaria persuadi-los a colocar os pés naquilo que na época era uma espécie de coisa de aparência maluca.Na época, eu não estava usando cetim rosa lindo do lado de fora. Eu estava usando qualquer coisa que eu pudesse colocar minhas mãos. Mas aquele processo de tentativa e erro acabou resultando em protótipos que funcionaram e eu comecei a fazer pares de sapatos e ter mais e mais dançarinos testando-os e foi assim que chegamos ao Gaynor Minden original.”

 

Ela ganhou duas patentes no design final, que ela introduziu em abril de 1993. Os sapatos são confortáveis, absorventes de choque e duram de três a seis vezes mais do que outras marcas de sapatilhas de ponta, enquanto mantêm a tranquilidade e a flexibilidade do estilo tradicional. – Eles prometem ter a durabilidade entre 100mil a 250mil relevés!!! 

Com seu marido, John Minden, um ex-executivo de publicidade, ela formou a Gaynor Minden, Inc. para produzir e comercializar os sapatos. Ela começou indo a todas as principais escolas de dança, companhias de dança e programas de dança de verão para dar palestras sobre a história da dança dos pés, o que seguiria em uma explicação da construção de calçados e culminaria em um discurso de vendas e uma chance de experimentar amostras.

A Gaynor Minden abriu suas portas numa loja física em Nova York em 1993 (que hoje tem que agendar um horário para poder visitar), depois de ter crescido em sua primeira casa no pequeno apartamento de John e Eliza Minden em Manhattan. Eles tinham um funcionário em tempo parcial e um produto: a sapatilha de ponta patenteada que Eliza Minden havia desenvolvido nos oito anos anteriores – a primeira modernização bem-sucedida do calçado icônico do ballet.

Hoje a Gaynor Minden é uma marca global, disponível em centenas de lojas especializadas em dança em todo os EUA, bem como através de vários distribuidores no exterior. Embora ainda seja uma empresa familiar, tem escritórios em três continentes e, finalmente, enviam para 85 países e mais de 200 empresas profissionais. Gaynor Mindens são usadas ​​em quase todas as maiores companhias de ballet do mundo, incluindo o American Ballet Theatre, o Royal Ballet da Inglaterra, o Paris Opera Ballet, o Bolshoi Ballet, o Mariinsky Ballet, o Royal Danish Ballet, o Dutch National Ballet, o São Francisco, o Houston, e Boston Ballet, etc.

A original Gaynor Mindens tinha o box duro e estava disponível apenas com algumas escolhas apropriadas. Agora oferecem uma gama bastante ampla de opções, incluindo hastes e caixas ultra-flexíveis, um estilo de ponta estreito para o encaixe mais elegante possível, tamanhos maiores para os pés maiores de hoje, ponteiras embutidas de camurça para maior durabilidade e tons de marrom como cetim rosa, para as mais diversas tonalidades de pele das bailarinas. Além disso, oferecem também ampla personalização adicional por encomenda especial.

As sapatilhas de ponta da Gaynor são fabricadas, como sempre, em Lawrence, Massachusetts, em um processo que combina a habilidade artesanal com a mais recente tecnologia de calçados. Está em um prédio da fábrica do século XIX que foi recentemente atualizado com energia solar. (é uma boa analogia para atualizar um sapato do século XIX com materiais modernos.)

E ainda depois de toda essa história, em 2005 Eliza escreveu o livro “Ballet Companion“, que eu já mencionei neste blog antes aqui. Este livro não conta a história da Eliza que contamos aqui. Ele é um apanhado de tudo aquilo que todo bailarino deve saber: a história do ballet, o que fazer para começar a dançar ballet, o que esperar das aulas, quando começar a usar pontas, alimentação da bailarina, lesões, atividades complementares ao ballet, como se preparar para audições, posições dos pés, posições dos braços em cada escola, dicas para  melhorar alguns passos, e muito mais!

Além do livro, a Gaynor gerencia uma campanha chamada “Eat right” para conscientizar e educar bailarinos sobre a sua alimentação e os possíveis distúrbios alimentares há mais de uma década!

 

É ou não é de se admirar a história dessa mulher?

Ela provou que uma bailarina amadora pode ser o que quiser e ser reconhecida no mundo todo!!!!

Eu AMEI estudar a sua história! E vocês?

 

Se você gostou, a Gaynor está escolhendo a sua Gaynor Girl (uma menina que irá representar a marca) deste ano! Marque a @gaynorminden neste vídeo meu do instagram! https://www.instagram.com/p/By_bN0jgMth/?utm_source=ig_web_button_share_sheet

 

FONTES:

https://lemelson.mit.edu/resources/eliza-gaynor-minden

Meet The Team

Eliza Gaynor Minden

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De onde vem desejar merdão antes da apresentação de ballet? https://tutudaju.com/de-onde-vem-desejar-merdao-antes-da-apresentacao-de-ballet/ https://tutudaju.com/de-onde-vem-desejar-merdao-antes-da-apresentacao-de-ballet/#respond Thu, 23 May 2019 19:41:19 +0000 https://tutudaju.com/?p=1140 Olá pessoal! Para quem já tem o contato com o palco, o mínimo que seja, com certeza já ouviu os bailarinos desejarem “merda”, “merdão”, “muita merda pra você” ao invés de “boa sorte”! Isso virou uma tradição no mundo da dança e no teatro e eu não sabia muito bem o por quê! Vocês sabem? […]

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Olá pessoal!

Para quem já tem o contato com o palco, o mínimo que seja, com certeza já ouviu os bailarinos desejarem “merda”, “merdão”, “muita merda pra você” ao invés de “boa sorte”! Isso virou uma tradição no mundo da dança e no teatro e eu não sabia muito bem o por quê! Vocês sabem? É sobre isso que vou falar aqui hoje

1. Origens dessa tradição

O fato é que eu já tinha escutado alguma história ou outra sobre de onde vem essa tradição um tanto quanto estranha, de desejar uma palavra que se estivesse em outro contexto seria algo ruim, mas que dentro do ballet e em outras expressões artísticas é algo bom. Acontece que pelas minhas recentes pesquisas eu acabei encontrando basicamente duas possibilidades que explicam essa superstição que me parecem bem plausíveis, mas ainda não sei se existe alguma delas que é a correta.

A primeira delas diz que essa coisa de desejar “merda” pro outro antes de dançar vem lá da França do século XIX. Na época, a única forma de locomoção das classes mais ricas frequentadoras de teatros e outros movimentos artísticos eram as carruagens. Por isso, quando uma companhia de teatro sentia o forte odor de excremento de cavalos, dos camarins, podia estar certo que a casa estava cheia. Quanto maior o cheiro de cocô de cavalo, consequentemente, maior o número de espectadores naquela noite. Com isso, passou a desejar-se ‘Merde’ antes das apresentações.

A expressão acabou sendo levada para outras regiões da Europa. ‘Merda’, em italiano, ‘Mierda’, em espanhol, e, finalmente, ‘Merda’ em português. O termo em francês fez tanto sucesso que foi apropriado pelo dramaturgo inglês William Shakespeare e se tornou, praticamente, votos de boa-sorte universal para qualquer artista.

Outra possível origem histórica desta tradição é que um ator iria apresentar a peça mais importante de sua vida e estava super nervoso, pois na platéia estariam os mais importantes críticos da cidade. No percurso de sua casa ao teatro encontrou muitos obstáculos. Primeiro, deparou-se com um incêndio, teve que desviar e acabou se perdendo. Mas conseguiu chegar ao teatro. Na porta do teatro para completar, pisou em um cocô. Entrou, atuou e saiu muito feliz com a melhor atuação de sua vida. Assim, a expressão “merda” tem o mesmo significado de boa sorte e é  sempre usada antes das apresentações.

2. Expressões equivalentes em outros países

Apesar de até Shakespeare ter usado a expressão “merda”, a colônia inglesa, os Estados Unidos não aderiram e até hoje não reconhecem “merde” como boa sorte antes de uma apresentação. Eles usam outra expressão: “break a leg”, ou seja, “quebre a perna”. Mas o que quebrar a perna pode trazer de boa sorte para um ator?

Uma possível história que explica a origem do “break a leg” é que um irlandês, de nome Robert Wilson Lynd, escreveu em 1º de outubro de 1921 um artigo na revista inglesa New Stateman, onde ele dizia que o teatro é o segundo lugar mais supersticioso, perdendo apenas para as corridas de cavalo. Para ele, desejar Sorte a uma pessoa de sorte anularia a maré boa, então, seria preciso desejar alguma coisa ruim para que a sorte se sobressaísse. Sendo assim, por sugestão do que ele disse no artigo, o termo “break a leg”começou a se repercurtir: “Você deve dizer algo insultante, como quebre a perna! ”, dizia.

Outra teoria dá conta de que o “quebre a perna” seja uma tradução mal feita da língua Yiddish para o alemão: a frase “Hatsloche un Broche”, que significa “sucesso e bênçãos”, teria uma fonética parecida com “Hals un Beinbruch”, que em alemão significa “quebre o pescoço e a perna”. Documentos históricos mostram que era praticamente obrigatório os pilotos alemães, durante a Primeira Grande Guerra, reproduzirem “Hals un Beinbruch ” antes de um vôo, desejando erroneamente pelo sucesso e as bênçãos em Yiddish.

Essa expressão teria despertado a curiosidade dos pilotos dos Estados Unidos, que a levaram simplificadamente como “quebre uma perna” (já que quebrar o pescoço é muito mais danoso e, às vezes, com sequelas irrecuperáveis).

Além dos Estados Unidos, outros países não dizem ‘merda’ para desejar boa sorte no teatro.

Na Alemanha, “toi toi toi” era costumeiro. “Toi toi toi” é uma frase de origem alemã e iídiche, destinada a emular cuspir para afastar os maus espíritos. Durante o auge das óperas alemãs, os atores diziam “Toi toi toi “, batiam na madeira três vezes e cuspiam no chão para espantar os demônios.  A expressão seria uma forma que os alemães entendiam a um dito hebraico “rotwelsch tof “, que significa ‘sai diabo’. Como eles não sabiam reproduzir a fonética disso, ficou “toi toi toi ”, mesmo. Os cantores de ópera adotaram essa tradição antes dos shows e, finalmente, se transformaram em cultura de ballet. “É como cuspir, geralmente atrás do ouvido do colega a quem você está dando bons desejos”.

A expressão italiana “em bocca al lupo” significa “na boca do lobo”, e o receptor deve responder “crepi il lupo”, que significa “que o lobo morra”. Originário do teatro e da ópera italianos, este é outro por exemplo, como “merde” e “quebrar uma perna”, desejando uma situação desagradável a um intérprete para não causar um bom espetáculo.

Na Austrália, os artistas dizem uns aos outros “chookas”. A origem da palavra é obscura, mas é provavelmente uma variante do “chook” ou do frango. O frango costumava ser considerado uma refeição cara, e a idéia era desejar um bom espetáculo para que os artistas fossem pagos (e depois comessem) bem. Ou seja, deseja-se sucesso, para o ator ter dinheiro para comprar um belo jantar.

Na Rússia, com uma cusparada para afastar os maus espíritos, os artistas desejam boa sorte antes de uma apresentação dizendo ‘tfu tfu ‘, claramente uma onomatopeia do barulho que o cuspe faz.

 

E vocês? Conheciam todas essas histórias?

Eu descobri agora e espero que vocês tenham gostado tanto dessas curiosidades quanto eu!

Até o próximo post!

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Uma programação cheia de coisa boa para o Dia Internacional da Dança https://tutudaju.com/uma-programacao-cheia-de-coisa-boa-para-o-dia-internacional-da-danca/ https://tutudaju.com/uma-programacao-cheia-de-coisa-boa-para-o-dia-internacional-da-danca/#respond Wed, 24 Apr 2019 15:14:43 +0000 https://tutudaju.com/?p=1116 Olá pessoal! O dia internacional da dança está chegando! Esta data é comemorada no dia 29 de abril. Já teve um post aqui no blog sobre o porquê desse dia. Então, o motivo deste post aqui na verdade é outro. Estou com uma programação para vocês com MUITA dança em homenagem a esse dia. Vamos […]

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Olá pessoal!

O dia internacional da dança está chegando! Esta data é comemorada no dia 29 de abril. Já teve um post aqui no blog sobre o porquê desse dia. Então, o motivo deste post aqui na verdade é outro. Estou com uma programação para vocês com MUITA dança em homenagem a esse dia. Vamos a ela:

1. Curso de Psicologia da Dança

É um curso para ajudar os bailarinos a lidarem com as suas emoções na dança, tais como medos e ansiedades. Esse curso é ministrado pela Maria Cristina Lopes, mestranda na Universidade de Coimbra em psicologia do desenvolvimento. Ele é totalmente online e tem certificação, pois é um curso de atualização profissional. É para todos os profissionais que trabalham ou desejam trabalhar com dança, tais como bailarinos profissionais, professores de dança, terapeutas e psicólogos.

A turma começa no dia 29, mas as matrículas se encerram nesta quinta, dia 25 de abril de 2019, pelo site. Se você se interessou, clica nesse link aqui e usa o meu cupom TUTUDAJU10 que ele te dará descontos nas mensalidades do curso! Lembrando que os alunos do curso receberão os mimos da foto, pensados pela própria Maria Cristina.

2. Petite Danse de portas abertas

A minha escola de dança, Petite Danse, estará de portas abertas dos dias 24 a 30 de abril! Isso significa que quem é aluno e também quem não é poderá fazer aulas gratuitas de qualquer modalidade e em qualquer unidade durante esses dias. Entra lá no site e veja quais turmas você gostaria de fazer, chega mais cedo para fazer um cadastro na secretaria e você pode dançar a vontade! Essa é uma ótima oportunidade para quem sempre quis conhecer a Petite e sempre quis fazer aulas lá!

3. Semana da Dança no SPDRJ

Para quem também ama dança e não só ballet clássico essa é outra boa oportunidade! O Sindicato dos profissionais da dança do Rio de Janeiro (SPDRJ) está realizando a Semana da Dança. Você poderá, pagando os respectivos valores, fazer aulas das mais diversas modalidades e também participar das rodas de conversa.

Esse evento ocorre dos dias 26 a 28 de abril no Centro Coreográfico no Rio de Janeiro e você pode escolher por fazer uma aula, ou ainda fechar pacotes para cinco ou dez aulas. Mas deve mandar antes o email para o sindicato no email da foto acima!!!

Para mais detalhes, veja o Facebook ou o Instagram do Sindicato que vai ter muiiiita coisa rolando por lá!

4. Fitting da sapatilha de ponta Performance na Ana Botafogo Maison

Vocês já me perguntaram muito sobre a sapatilha Perfomance da Pas Classique da Cecilia Kerche. Eu nunca experimentei a sapatilha. Essa é uma ótima oportunidade para conhecer a sapatilha e também essa bailarina magnífica!

A nova loja da Ana Botafogo, a Ana Botafogo Maison, fará um fitting dessa sapatilha no próximo sábado, dia 27 de abril de 2019, às 10:30h! E a própria Cecilia Kerche e o Pedro Paulo Kraszczuk, marido da bailarina e idealizador da sapatilha, estarão lá na loja para provar a sapatilha em quem quiser!

Para mais informações acompanhe o Instagram da loja!

 

E aí? Gostaram? Quem vamos?

 

Até o próximo post!

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As posições dos braços em cada método do ballet clássico https://tutudaju.com/as-posicoes-dos-bracos-em-cada-metodo-do-ballet-classico/ https://tutudaju.com/as-posicoes-dos-bracos-em-cada-metodo-do-ballet-classico/#comments Thu, 18 Apr 2019 22:25:37 +0000 http://tutudaju.com/?p=705 Oi bailarinos e bailarinas que acompanham o Tutu da Ju! Esse post estava guardadinho nos meus rascunhos há mais de um ano e eu não publicava ele! A verdade é que eu me sentia insegura e não achava as imagens corretas; mas como esse ano eu já comecei meus estudos em terminologia na Petite, aprimorei […]

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Oi bailarinos e bailarinas que acompanham o Tutu da Ju!

Esse post estava guardadinho nos meus rascunhos há mais de um ano e eu não publicava ele! A verdade é que eu me sentia insegura e não achava as imagens corretas; mas como esse ano eu já comecei meus estudos em terminologia na Petite, aprimorei meus conhecimentos e agora ficou mais fácil falar do assunto!

Para quem ainda não viu, eu já fiz um post explicando cada detalhe que considero importante nas posições dos braços do ballet, não vou explicar de novo, para não ficar maior do que já está ok? Mas nele não falei qual posição é qual, pois em cada método tem as suas posições. Também não vou me alongar aqui na discussão se o correto é usar o termo “método” ou “escola”, pois não considero essa discussão tão importante assim na prática. Vou usar os dois termos como sinônimos para simplificar.

Neste post selecionei os 4 métodos básicos (Francês, Italiano, Russo e Inglês) e vou descrever cada uma das posições dos braços nesses métodos do ballet! Dependendo de cada escola, as posições dos braços são diferentes e isso pode dar um nó na cabeça da gente que dança. Então, o objetivo aqui é tentar tornar mais fácil, com explicações mais simples e imagens.

 

1) Método Francês (École Française):

a) Bras au repos: é a posição preparatória da Escola Francesa. Nesta posição, os dois braços estão arredondados, as mãos quase tocam as coxas e os dedos quase se tocam.

b) Primeira Posição: os braços também estão arredondados e os dedos também quase se tocam. Mas a altura das mãos é aproximadamente na direção do umbigo.

c) Segunda Posição: os braços estão arredondados, mas totalmente afastados. Eles se localizam ao lado do corpo, sem deixar passar da linha dos ombros e será um pouco abaixo dos ombros que eles devem estar.

d) Terceira Posição: braços arredondados, sendo que um deles está acima da cabeça e o outro ao lado do corpo.

e) Quarta Posição: com os braços arredondados, um está na direção do umbigo e o outro acima da cabeça, não deixando-os passar do meio do corpo.

f) Quinta Posição: nesta posição os braços estão arredondados acima da cabeça, com os dedos quase se tocando, sem deixar passar para trás da cabeça. O ideal é enxergar um pouco os dedos apenas olhando para eles com o movimento dos olhos.

 

2) Método Italiano (Cecchetti):

Resultado de imagem para posicoes bracos ballet escola francesa

a) Primeira Posição: os braços estão arredondados, mas ao invés dos dedos quase se tocarem, na verdade, os braços estarão mais afastados, de forma que os dedos quase tocam na parte de fora das coxas.

b) Segunda Posição: igual ao método francês. Os braços estão arredondados, mas totalmente afastados. Eles se localizam ao lado do corpo, sem deixar passar da linha dos ombros e será um pouco abaixo dos ombros que eles devem estar.

c) Demi-seconde: os braços também estão ao lado do corpo, mas dessa vez não estão arrendondados, e sim, esticados com as palmas das mãos viradas para baixo e se posicionam numa diagonal para baixo.

d) Terceira Posição: é uma junção da primeira posição com a demi-seconde. Ou seja: um dos braços está arredondado ao lado do corpo quase tocando a coxa e o outro esticado com a palma da mão para baixo numa diagonal.

e) Quarta Posição En Avant: um dos braços está arredondado ao lado do corpo um pouco abaixo dos ombros e o outro, arredondado à frente do corpo, mais ou menos na altura do umbigo.

f) Quarta Posição En Haut: parecida com a anterior, mas o braço que estava na frente agora vai para acima da cabeça.

g) Quinta Posição En Bas: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando e quase toca as coxas com o mindinho.

h) Quinta Posição En Avant: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando mais ou menos na direção do umbigo.

i) Quinta Posição En Haut: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando acima da cabeça.

 

3) Método Russo (Vaganova)

a) Preparatória: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando e quase toca as coxas com o mindinho.

b) Primeira Posição: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando mais ou menos na direção do umbigo.

c) Segunda Posição: os braços estão arredondados, mas totalmente afastados. Eles se localizam ao lado do corpo, sem deixar passar da linha dos ombros e será um pouco abaixo dos ombros que eles devem estar.

d) Terceira Posição: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando acima da cabeça.

OBS1: Também teremos a quarta posição do Bolshoi, que é a mesma quarta posição do método francês.

OBS2: E também outras posições que serão fusões (ex: fusão da primeira posição com a terceira posição – mesma da terceira posição da Escola Francesa.)

 

4) Método Inglês (Royal)

a) Primeira Posição: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando mais ou menos na direção do umbigo.

b) Segunda Posição: os braços estão arredondados, mas totalmente afastados. Eles se localizam ao lado do corpo, sem deixar passar da linha dos ombros e será um pouco abaixo dos ombros que eles devem estar.

c) Terceira Posição: um dos braços está arredondado ao lado do corpo um pouco abaixo dos ombros e o outro, arredondado à frente do corpo, mais ou menos na altura do umbigo.

d) Quarta Posição: parecida com a anterior, mas o braço que estava na frente agora vai para acima da cabeça.

e) Quinta Posição: os dois braços estão arredondados com os dedos quase se tocando acima da cabeça.

OBS1: Também teremos a demi seconde, a preparatória (ou bras bas) e a quarta cruzada (igual ao método francês).

OBS2: Também teremos a terceira e a quarta posição em oposição. Na terceira posição em oposição o braço que está na frente será oposto à perna que está na frente. Na quarta em oposição é o mesmo raciocínio, mas com o braço acima da cabeça.

 

E essas são as posições existentes nos principais métodos de ballet. Vcs conheciam todas elas? Qual o método de ensino que a sua escola de dança usa?

 

Até o próximo post!!!

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Vlog de Ensaio Fotográfico de Ballet na Urca https://tutudaju.com/vlog-de-ensaio-fotografico-de-ballet-na-urca/ https://tutudaju.com/vlog-de-ensaio-fotografico-de-ballet-na-urca/#respond Tue, 16 Apr 2019 13:55:35 +0000 https://tutudaju.com/?p=1134 Oi pessoal! Na semana passada fiz umas fotos que ficaram simplesmente LINDAS na Urca aqui no Rio de Janeiro. Transformei esse dia num vlog, que ficou imperdível! Para ver como ficou, veja o vídeo logo abaixo! Fui fotografada pela Mari Salles e usei uma saia feita pela Mari Neves do Ponto e Costura. O ensaio […]

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Oi pessoal!

Na semana passada fiz umas fotos que ficaram simplesmente LINDAS na Urca aqui no Rio de Janeiro. Transformei esse dia num vlog, que ficou imperdível!

Para ver como ficou, veja o vídeo logo abaixo!

Fui fotografada pela Mari Salles e usei uma saia feita pela Mari Neves do Ponto e Costura. O ensaio começou de tarde e foi até a última luz do dia. Começamos pela praia vermelha, partimos para a pista Claudio Coutinho e, por último, fomos para a Mureta da Urca para pegar o por do sol! As fotos ficaram INCRÍVEIS!

Tenho que agradecer as duas Maris por isso! A Mari Neves por topar na hora quando eu pedi para ela fazer uma saia pra mim! Eu sempre quis ter uma saia longa que desse um efeito esvoaçante para as fotos e ela fez pra mim em apenas UM DIA! Ela escolheu a cor do tecido comigo por whatsapp e me entregou no dia seguinte no ballet e eu AMEI!

A Mari Salles, pelas fotos LINDAS! A Mari é uma fotógrafa muiiiito paciente! Topou todas as minhas ideias e as do meu namorado; topou todas as sugestões de poses e lugares; e aceitava repetir sem hesitar todas as vezes que eu não gostava de um detalhe na foto! Por isso, o resultado não poderia ser melhor do que esse! Um ensaio simplesmente IMPECÁVEL! EU AMEI! E espero que você ame também!

Procurem as duas no Instagram para conhecer mais o trabalho delas:

@pontoecostura

@marisallesballetphoto

 

Até o próximo post!

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Conheça a Sapatilha de Ponta Pirouette da Evidence https://tutudaju.com/conheca-a-sapatilha-de-ponta-pirouette-da-evidence/ https://tutudaju.com/conheca-a-sapatilha-de-ponta-pirouette-da-evidence/#comments Thu, 04 Apr 2019 13:29:21 +0000 https://tutudaju.com/?p=1130 Olá bailarinos e bailarinas que me acompanham! Há quase um ano ganhei da Evidence Ballet uma ponta deles, a Pirouette e estava devendo para vocês um review com as minhas impressões! Finalmente esse review está no canal! Vou deixar o vídeo abaixo e logo depois alguns detalhes por escrito! – É uma sapatilha única do […]

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Olá bailarinos e bailarinas que me acompanham!

Há quase um ano ganhei da Evidence Ballet uma ponta deles, a Pirouette e estava devendo para vocês um review com as minhas impressões!

Finalmente esse review está no canal! Vou deixar o vídeo abaixo e logo depois alguns detalhes por escrito!

– É uma sapatilha única do mercado nacional, que se destaca pelo seu material, conforto e design inovador.

  • Material do box: polieturano – o mesmo usado nas sapatilhas de ponta da Gaynor.
  • Cetim: 77% poliéster e 23% algodão
  • Durabilidade: de 3 a 6 vezes mais do que as tradicionais.
  • Conforto extra com palmilha encapada e almofadada.
  • Box em 90 graus, permitindo entrar no eixo com facilidade
  • Sola 3/4, valorizando o arco do pé (a sola não vai até o final do calcanhar).
  • A sola já tem uma curvatura natural (o que faz lembrar a Gaynor também), facilitando o trabalho de subir na ponta.
  • Acompanha biqueiras de couro e um kit com elástico e fitas (que também são elásticas)
  • Acompanha saquinho em mochilinha da cor do cetim escolhido

– A Evidence disponibiliza um vídeo no Youtube ensinando a costurar as sapatilhas de uma forma diferente.

– Numeração:

  • normalmente ela será aproximadamente um número acima da sua meia ponta. (exemplo: Eu calço 33/34. Minha sapatilha de meia ponta é 34. A minha Pirouette é 35). Mas isso pode variar dependendo da ponteira que você usa. Eu uso aquela de silicone fininha da Capezio. Se a sua for uma grossa, você provavelmente precisará usar uma sapatilha maior.
  • Vai de 34 a 42, variando de meio em meio número

– Outra variação dessa sapatilha é a dureza, que existem 4 tipos:

  • 2mm – a mais fraca, mas mesmo assim bastante resistente.
  • 3mm – intermediária, sendo essa resistência já é associada ao saco verde (mais dura) da Gaynor
  • 4mm – forte
  • 5mm – é a super-reforçada

– Outra variedade que você também poderá escolher é a cor do cetim, que poderá ser:

  • Rosa – a do vídeo acima
  • Salmão
  • Fosca – sem brilho

– Há ainda a possibilidade de escolha de 2 larguras de Box:

  • Normal – para pés não muito finos a médios (para pés muito finos pode ser que a sapatilha fique um pouquinho larga)
  • Largo – para pés mais largos

– Cuidados aconselhados com a sua sapatilha:

  • Não guardar suada ou molhada, após o uso deixe-as secando em um local arejado e fresco.
  • Para limpar o cetim, usar pano com tira manchas e passar sobre a sujeira.
  • Para limpar as fitas, lavar somente com sabão neutro, mas cuidado para não molhar a ponta.

 

E esses eram os detalhes da sapatilha! Até o próximo post!

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O que fazer para se sentir mais confiante no ballet https://tutudaju.com/o-que-fazer-para-se-sentir-mais-confiante-no-ballet/ https://tutudaju.com/o-que-fazer-para-se-sentir-mais-confiante-no-ballet/#respond Tue, 19 Mar 2019 18:09:41 +0000 https://tutudaju.com/?p=1070 Oi pessoal! Mês passado eu recebi no meu whatsapp uma pergunta de uma seguidora que queria saber como se sentir mais confiante no ballet. Depois dessa mensagem, também fiz essa pergunta nos meus stories do Instagram que vocês me responderam o que vocês fazem. Antes de entrar mais no assunto, lembro que já fiz um […]

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Oi pessoal!

Mês passado eu recebi no meu whatsapp uma pergunta de uma seguidora que queria saber como se sentir mais confiante no ballet.

Depois dessa mensagem, também fiz essa pergunta nos meus stories do Instagram que vocês me responderam o que vocês fazem.

Antes de entrar mais no assunto, lembro que já fiz um post parecido com esse, mas mais voltado para o palco. Esse aqui vai ser mais para a sala de aula mesmo. Mas acaba que ajuda nos dois. Para ver o outro post, clique aqui!

Neste post, então, vou organizar um compilado de dicas com base nas minhas experiências e com base nas experiências do seguidores do Insta!

Vamos a elas:

1. Seja positivo

Você pode até não acreditar nisso, mas funciona SIM! Sabe quando o professor passa um passo e você pensa: “Ah, eu não consigo!”  ou “Eu NUNCA vou conseguir fazer isso!” ou ainda “só sai se o santo ajudar”. É nesse tipo de pensamento que tudo começa! As palavras e pensamentos têm um poder que a gente não faz ideia e você pode controlá-los SIM!!!

A partir de agora, está proibido dizer “Eu não consigo”! Estamos combinados? Você vai trocar isso por “eu vou conseguir”, “eu vou treinar até acertar”! E pode não ser de primeira vez que você vai aplicar esse pensamento que você vai conseguir (afinal, não é mágica! E o ballet requer muito treino! Lembre-se do ditado clichê: “A única coisa que cai do céu é chuva!”), mas se você continuar pensando que não vai conseguir, aí que você não vai conseguir mesmo!

Nosso corpo e nossa mente absorvem os nossos pensamentos! Portanto PARE DE SE AUTOSSABOTAR E DE SE AUTOLIMITAR!!! VOCÊ PODE TUDO!!!! Não se menospreze mais!!!

2. Se afaste de pessoas negativas

Na mesma linha de se manter positivo, já pensou no que acontece com a gente quando convivemos bastante tempo com pessoas negativas? O quanto a gente se sente esgotado com esse tipo de pessoa? É porque esse tipo de gente gasta nosso tempo e nossa energia!

Portanto, se você tem aquele amigo que fica “eu não consigo”, “eu sou ruim” ou até mesmo tenha uma certa negatividade escondida atrás de um elogio, como “ah você é linda, mas não é nenhuma Zakharova”, corre! Sério! Se não for possível cortar essa pessoa da sua vida, tenha o menor contato possível!

Pode parecer grosseiro ou mal educado! Mas já tem tanta coisa pra ocupar o nosso tempo e que nos desgasta, não precisamos de mais não é?

Se você conviver muito com amigos assim, além de consumir muito o seu tempo e a sua energia, você pode acabar, pelo simples convívio, se tornar alguém assim também e dificilmente conseguirá alcançar seus sonhos e correr atrás deles ou ainda continuar acreditando neles.

Sabe? Você pode acabar tendo os mesmos pensamentos e as mesmas reclamações e se autossabotando mais ainda e não é isso que você quer, não é? 

3. Comemore cada conquista sua

Você pode até não ser nenhuma Zakharova! Mas deixe isso pra lá! Lembre-se de cada conquista sua! Porque mesmo que você não seja essa Zakharova toda, você com certeza tem as suas conquistas na dança! Lembre-se delas sempre! E mais: lembre-se de que se você conseguiu essa conquista você pode conseguir ainda mais!

Quais foram as suas conquistas na dança? Fazer uma pirueta completa na ponta? Fazer fouettes? Dançar um solo? Lembre-se de que foi sim difícil pra chegar até ela, mas que você conseguiu! Você pode mais!

No meu caso, a minha última conquista foi que eu finalmente consegui fazer promenade na ponta no pas de deux. Eu comecei minhas aulas de pas de deux em janeiro de 2018 em um curso de férias da Petite Danse. Naquele momento, os promenades eram um verdadeiro terror pra mim. Eu não conseguia por nada fazer o bendito promenade sem descer da perna de base! Eu sempre caía da ponta! Até que eu consegui! Mas foi do dia pra noite? Claro que não! Eu meti na cabeça que eu ia fazer! E lá ficava eu depois da aula pedindo para os meninos da minha sala para me ajudarem e ver o que eu estava fazendo de errado!

Então, avante gente! Nada de desistir na primeira tentativa e lembre-se de que cada conquista conta SIM! Pode ser pequena! Mas essa pequenininha coisa que você conquistou aposto que teve muito esforço para você chegar nela! Continua se esforçando, que mais coisa boa você vai conseguir!

4. Lembre-se dos seus pontos positivos como bailarina

E não me venha com essa de “eu sou ruim, eu não tenho pontos positivos”! Pode esquecer isso! Todos nós temos as nossas qualidades! Tem bailarinas que tem aquele colo de pé maravilhoso, tem bailarinas que são mais flexíveis, tem as que são mais expressivas…

Com certeza alguma individualidade que te destaca como bailarina! O que te diferencia da multidão? Com certeza você tem algo aí dentro! Nem que seja a paixão pela dança! Então use isso ao seu favor e dance com todo o seu amor! Você pode conseguir coisas incríveis com essa sua qualidade!

Quais as suas qualidades? Lembre-se delas e as valorize dançando!!! Sem deixar de trabalhar em cima das suas dificuldades!

5. Não se compare com ninguém! Só com você mesma!

É normal termos uma amiga pirueteira, uma amiga elástica, aquela que parece que nasceu para dançar! Você pode ter várias amigas na dança que podem ser até melhores que você ou ter mais facilidades que você em algumas coisas!

Mas JAMAIS se subestime por causa disso, Ok? A partir de agora pode parar de se comparar com aquela sua amiga! A comparação não é com quem tem a perna mais alta ou com quem gira mais! Esse tipo de comparação só vai servir para te destruir! É isso que você quer?

A comparação é com você mesma! Você pode até admirar aquela sua amiga e usá-la como inspiração (“eu também vou chegar lá”), mas a comparação é você com você mesma há algum tempo atrás. Pense no que você melhorou e que você está cada vez melhor como bailarina!

6. Faça vídeos de você mesma durante a aula

Se filme dançando! É sério! Não é pra ninguém ver além de você, a não ser que você queira!

Mas porque se filmar, então? Os vídeos vão nos ajudar a nos lembrar de nossas qualidades como bailarina e das nossas pequenas vitórias!

Ao longo do ano ou até mesmo dos anos, você pode ter vários vídeos e fazer comparações com você mesma e ver o seu progresso durante as aulas. Às vezes a gente acha que não melhorou nadinha, mas quando assiste um vídeo antigo, consegue perceber justamente o contrário!

Então, se filme para essas comparações, lembrando de ter o cuidado para não atrapalhar nem o professor nem os colegas da sala com esse tipo de coisa, porque pode desconcentrar quem está a sua volta. Coloque o celular num cantinho, vê se está te pegando, põe pra filmar, esquece ele lá e vai fazer a sua aula normalmente. É só você decidir se quer filmar a aula toda ou algum trecho específico.

Tenho certeza que você vai ter comparações muito positivas de você mesma depois que fizer isso!

7. Cuide de sua aparência

Pode parecer besteira, mas a forma como você se prepara para ir pra aula pode SIM influenciar na sua autoestima e consequentemente na sua autoconfiança. Você vai desgrenhada? Com coque mais ou menos? Com meia rasgada? Com sapatilha furada e encardida? Com aquele collant que já deu o que tinha que dar ou que te engorda? Abandone isso tudo e vá arrumada! Com isso quero dizer que você não use esse tipo de coisa. Não precisa usar o collant mais caro do mercado! Só usar algo que te valorize! Um collant confortável, que não pinica e que não é cavado já está de bom tamanho! Se você vai de qualquer jeito para a aula, você não vai valorizar a si mesma e muito menos o seu ballet e provavelmente vai se sentir mal e dançar mal.

Há também quem goste de se maquiar pra aula com uma maquiagem bem levinha, por exemplo, só com blush corretivo e rímel. Eu não costumo fazer isso pelo simples motivo de não ter tanta paciência para colocar e tirar maquiagem todos os dias. Mas se você se sente bem fazendo isso, é válido! Acima de tudo, temos que nos arrumar para nos mesmas e fazer o que nos faz bem! Temos que nos arrumar para se sentir bem com a gente mesma dançando. Afinal a gente se olha tanto no espelho dançando que a autoestima vai influenciar diretamente na forma como a gente dança!

Então, cuide de você e da sua aparência que a sua dança com certeza vai ficar melhor!

8. Mude suas atitudes durante a aula

Pode parecer que a atitude só muda depois que a confiança vem. Mas a verdade é que uma coisa leva a outra. Se você continuar, por exemplo, se escondendo num cantinho no centro, sendo a última da barra, se esquivando em alguns passos que você acha difícil você também não ganhará nunca a “sonhada” confiança!

Se coloque no seu lugar na sala de aula e avante! Simplesmente vai lá e dança! Simples assim! Isso foi uma coisa que eu fiz que me ajudou a decorar mais os passos e a trabalhar em cima da minha timidez e a minha segurança. Foi uma forma de sair da minha zona de conforto no fundinho da sala e ver que eu posso sim ficar na frente! Porque não? Saia do fundo! Você também pode!

9. Trabalhe o seu lado emocional

Muitas dessas dicas que eu escrevi aqui também envolvem o lado emocional. Mas algumas vezes, pode ser que você precise trabalhar seu lado emocional mais a fundo. Se esse é o seu caso, tenho uma indicação de Curso Online para você! Se trata do curso “Psicologia da Dança” da Maria Cristina Lopes, Mestranda pela Universidade de Coimbra em psicologia do desenvolvimento. Esse curso é uma atualização profissional para bailarinos profissionais, professores de dança ou quaisquer outras profissões que trabalhem com a dança, como psicólogos ou terapeutas.

Eu conheci o trabalho da Maria Cristina quando eu pesquisava sobre medo de piruetas. Encontrei um vídeo dela no YouTube e me indentifiquei MUITO! Ela está organizando esse curso sobre o tema e a próxima turma começa dia 29 de abril de 2019, sendo online e com duração de 8 meses. As inscrições já começaram e você pode usar o meu cupom TUTUDAJU10 para ter descontos nas mensalidades!!!

A dança e o lado emocional do bailarino estão super conectados! Muitas vezes vai ser a dança que vai nos salvar dos problemas do nosso dia-a-dia, pois ela ajuda a esquecê-los ou pelo menos torná-los mais leves. Mas algumas vezes o amor pela dança não vai ser suficiente para te fazer dançar bem, pois algo dentro de você pode estar te bloqueando a dançar bem e leve! E essa é a proposta do curso: dar orientações aos profissionais para que eles façam com que os bailarinos dancem melhor e trabalhem seu lado emocional (seus medos, frustrações, ansiedades, etc).

Para mais informações e para se inscrever no curso, basta ir no site nesse link aqui usando o meu cupom de desconto TUTUDAJU10 que a Maria Cristina explica lá tudinho para você!

 

 

E essas foram as minhas dicas de hoje! Conta pra mim, quais delas vocês já fazem?

Um beijo e até o próximo post!

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Meus livros de ballet https://tutudaju.com/meus-livros-de-ballet/ https://tutudaju.com/meus-livros-de-ballet/#comments Mon, 18 Mar 2019 13:44:52 +0000 https://tutudaju.com/?p=1082 Olá bailarinos e bailarinas que me leem! Eu fiz um novo vídeo pro canal listando todos os meus livros de ballet, contando também um breve resumo de cada um deles! Vou deixá-lo aqui para vocês assistirem e logo abaixo na descrição, uma foto da capa de cada um, um resumo e onde encontrar para comprar! […]

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Olá bailarinos e bailarinas que me leem!

Eu fiz um novo vídeo pro canal listando todos os meus livros de ballet, contando também um breve resumo de cada um deles!

Vou deixá-lo aqui para vocês assistirem e logo abaixo na descrição, uma foto da capa de cada um, um resumo e onde encontrar para comprar!

1. A dança dos sonhos – Nora Roberts

Esse foi o primeiro livro de ballet que eu li. Eu tenho um carinho super especial por ele. Já tem 10 anos que eu li e talvez eu pegue para ler de novo. Eu confesso que não lembro tanto assim da história pelo tempo que já faz que eu li. Mas eu lembro que na época eu gostei dele.

Ele é um romance que gira em torno da personagem principal Ruth Banion, bailarina que se apaixona pelo seu professor, Nick. Essa narrativa se passa ao longo desse romance conturbado entre os dois.

Na época eu pedi de Natal para os meus pais e comprei na Fnac do Barrashopping, aqui no Rio de Janeiro. Hoje em dia eu acredito que não se encontra mais pelas livrarias. Quem sabe nos sebos.

Encontrei também na Amazon um usado, nesse link aqui!

2. Tutus, tights and tiptoes – Ballet history as it ought to be taught – David W. Barber

Foi o segundo livro de ballet que eu li e foi ele que me ajudou a fazer o primeiro post sobre história da dança aqui no blog! Vou deixar o link aqui para vocês lerem porque lá tem bastante coisa que tem nesse livro.

Esse livro, apesar de ser em inglês, é bem fácil de ser lido, até em razão da sua linguagem tranquila de ser entendida. O autor faz muitos trocadilhos entre o ballet e o inglês, como em alguns dos títulos dos capítulos (“Tutu much” é um deles, por exemplo) e tem uma linguagem muito bem humoradas, além de algumas caricaturas, como a de Anna Pavlova.

Foi um livro que eu aprendi muito com ele e que apesar de não ser tão denso e não ter a história do ballet completa com muitos detalhes, tem um conteúdo bastante rica e aborda sim a história praticamente inteira de uma maneira um pouco mais superficial.

Na época eu comprei o meu usado no Mercado Livre, mas também achei na Amazon, como Kindle ou físico.

3. Na magia do palco – Ana Botafogo

Foi o meu terceiro livro de ballet que li. Eu gostei MUITO dele! Ele conta, além do enredo de cada ballet de repertório que a Ana Botafogo (uma das maiores divas do ballet até hoje) dançou, conta também o contexto histórico da época em que esses ballets foram criados, além da trajetória da Ana, bem como as suas experiências pessoais. Nele a gente pode encontrar coisas como, quando a Ana começou a dançar, como ela começou a dançar fora, qual a sapatilha de ponta que ela usa, como ela caiu no palco dançando, e ainda, dá dicas que ela mesma ensina a bailarinas que vão interpretar os papéis que ela já dançou! Eu achei o máximo essa parte!

O meu livro tem essa capa mesmo da foto, que é a nova edição. Comprei o meu na loja física da Ana Botafogo, que agora virou Ana Botafogo Maison e está em Ipanema. Na época do lançamento da nova edição, a loja fez um evento comemorativo pelo livro e também pelo aniversário da Ana. Eu estava lá. Obviamente, tietei a diva master do ballet e também a pedi para que autografasse um par de sapatilhas de ponta meu e também dentro do meu livro!

Você pode achar a versão antiga de 1993 em sebos, no mercado livre ou mesmo em algumas livrarias online. A nova versão de 2018 não consegui encontrar em nenhum outro lugar além da própria loja da Ana.

4. Technical manual and dictionary of classical ballet – Gail Grant

Esse é um verdadeiro dicionário completo do ballet. Tem cada passo em ordem alfabética, a sua grafia correta, a tradução do francês para o inglês, como executar de maneira correta e como pronunciar. Vai ser um material de consulta para mim.

O meu livro foi comprado na Amazon no último Natal.

Quem quiser um material semelhante a esse, mas em português, dicas para melhorar e fotos, clica aqui e baixe gratuitamente o meu manual do ballet!

5. Ballerina Body – Misty Copeland

É o livro que eu estou lendo agora e estou simplesmente AMANDO! Ela nos conta como foi a sua trajetória na dança, além de muitas outras coisas. A Misty é uma bailarina que entrou relativamente tarde no ballet, aos 13 anos de idade e tinha um sonho: entrar no ABT! Ela não só conseguiu isso, mas também ocupa o posto de primeira bailarina lá!

Além disso ela conta as suas dificuldades como bailarina; como ela fez para se recuperar de uma lesão séria que ela teve (ela teve uma fratura por estresse em 6 pontos da perna, que teve que por platina. Logo depois ela voltou a dançar); como se manter motivada para dançar; alguns exercícios para melhorar no ballet, como por exemplo o método da barra solo; como ela acredita que deve ser a alimentação da bailarina (para isso ela divide os alimentos em “atos”, assim como os ballets de repertório, nos dá receitas e sugestões de cardápio para o dia-a-dia).

O meu também foi comprado na Amazon no Natal. O meu tem capa dura, mas você pode escolher se quer assim ou não.

6. Ballet Companion – Eliza Gaynor Minden

É o livro da Eliza Gaynor Minden, a criadora da melhor sapatilha de ponta de todas na minha humilde opinião. Tem bastante post e vídeo sobre a sapatilha aqui! Basta dar uma procurada.

É um livro bastante completo com bastante conteúdo. Nele você encontra partes da história do ballet, dicas para quem quer ser bailarina, como fazer coque, o que levar na bolsa do ballet, como se vestir para a aula de ballet, atividades complementares ao ballet, como tratar lesões e quais as lesões possíveis, quando começar a usar a sapatilha de ponta e no final, um glossário do ballet.

O meu também veio da Amazon de capa dura, mas tem também o kindle.

Na foto, a capa parece meio rosinha, mas o meu é branco mesmo.

7. Ballet for life – Mary Helen Bowers

Cheio de imagem linda, que dá para se inspirar para tirar foto. É um livro também que traz dicas de exercícios que você pode fazer para melhorar o ballet, trazendo grupos específicos de exercícios, como os para as pernas, para os pés, e de flexibilidade. Também dá dicas de alimentação, não sendo tão específico nessa parte quanto o da Misty. No final, ele também traz uma parte de glossário, mas só com os passos principais.

Nele, os exercícios são para bailarinas, mas não só para nós. Qualquer um pode fazer para ter um corpo definido como o de uma bailarina. O mesmo vale para o livro da Misty.

O meu também foi comprado na Amazon de capa dura.

8. A child’s introduction to ballet – Laura Lee

É um livro que o objetivo é mostrar como os professores devem ensinar o ballet para as crianças. Ele conta de uma forma mais simples de ser entendida as histórias dos ballets de repertório, com um jeito bem lúdico. O livro possui muitas ilustrações e conta também a história do ballet com uma linguagem fácil desde o seu início. Ele também vai ter um glossário de ballet, mas de uma forma bem mais simplificada. Tudo isso para que a criança entenda o ballet.

Além disso tudo, ele acompanha um CD com algumas músicas de ballets de repertório.

O meu também comprei na Amazon.

9. Workout – 50 exercises anyone can do for a strong, graceful and sculpted body – New York City Ballet

Esse livro, como o nome já diz, contém 50 exercícios e alongamentos que qualquer um pode fazer em casa para um corpo forte, gracioso e esculpido. São exercícios com base nos movimentos do ballet, mas qualquer um pode fazer para ter esse tipo de corpo.

Ele tem bastante imagem e é bastante explicativo, explicando como cada exercício deve ser feito.

Também pode ser encontrado na Amazon.

10. The Ballet Book – Nancy Ellison

Ele tem no início o que você precisa ter para ser bailarina; mostra posições de braços e pernas, com um certo e errado; posições do corpo; quando começar a usar a sapatilha de ponta; cita também exercícios complementares à dança; quais cuidados devemos ter com a alimentação; como previnir as suas lesões; tem imagens lindas de ballets de repertório.

Você também pode encontrar na Amazon com capa dura ou comum.

11. Ballet – The definitive illustrated story – Viviana Durante

De longe, o meu preferido de todos esses. Eu ainda não terminei de ler, mas é um livro que já estou usando muito como fonte de consulta para os meus posts aqui do Tutu da Ju! É um livro bastante completo e tem a história do ballet desde o seu início até o que ele chama de “ballet today” que seriam os dias atuais.

Conta as histórias das bailarinas, desde as mais antigas até algumas mais atuais, bem como de coreógrafos, com linha do tempo dessas pessoas do nascimento até a morte delas.

Em quase todos os ballets de repertório, ele traz uma linha do tempo daquele ballet, organizando as cenas e atos, mostrando o que acontece em cada um. Conta também o enredo de cada ballet e também o contexto histórico deles.

Conta tamém como foram fundados os grandes teatros, que vai desde a Ópera de Paris, que foi o mais antigo.

No final também terá um glossário com os principais passos do ballet!

E além disso tudo, tem imagens simplesmente LINDAS!

Ele você também encontra na Amazon, mas também já vi no site da Saraiva.

 

E esses foram meus livros de ballet!

Você já conhecia algum deles ou gostaria de me recomendar algum? Me conta aqui nos comentários!

Até 0 próximo post!

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Para a turma do Netflix curtir o Carnaval : Filmes e séries de ballet https://tutudaju.com/para-a-turma-do-netflix-curtir-o-carnaval-filmes-e-series-de-ballet/ https://tutudaju.com/para-a-turma-do-netflix-curtir-o-carnaval-filmes-e-series-de-ballet/#comments Sat, 02 Mar 2019 18:57:27 +0000 https://tutudaju.com/?p=1029 Olá bailarinas e bailarinos que leem o Tutu da Ju! Essas semanas, respondi tops 3 que vocês me mandaram lá no Insta (ainda não me segue? Me procura e me acompanha por lá também!!! @tutudaju) e então pedi para que vocês me indicassem séries. Então, vou aqui neste post listar filmes e séries, para quem […]

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Olá bailarinas e bailarinos que leem o Tutu da Ju!

Essas semanas, respondi tops 3 que vocês me mandaram lá no Insta (ainda não me segue? Me procura e me acompanha por lá também!!! @tutudaju) e então pedi para que vocês me indicassem séries. Então, vou aqui neste post listar filmes e séries, para quem não é lá tão fã de Carnaval e de bloquinhos e está mais para a turma do Netflix.

I. Séries de Ballet

Eu não assisti todas elas ainda, então ainda não sei muito se são boas ou não. Só sei o que eu pesquisei.

1. Dance Academy

É uma série australiana que está disponível no Netflix. É só procurar!

A trama gira em torno da personagem principal, Tara Webster, e de seus amigos, que querem entrar na  Academia Nacional de Dança. Eu achei ela meio teen, mas mesmo assim, gosto muito dessa série!

Mostra todos os possíveis dramas de quem quer ser um bailarino profissional, desde distúrbios alimentares, lesões, inseguranças na carreira e tem até mesmo a morte de um dos personagens (que me fez chorar muito por sinal! Mas não vou dizer quem é para não estragar ainda mais para vocês). Além disso, os personagens estão no auge da sua adolescência e juventude, então fazem algumas besteiras. Achei isso bem compatível com a faixa etária deles.

Foi a única série de ballet que eu de fato assisti até o momento que estou escrevendo este post. A série tem apenas 3 temporadas e eu realmente maratonei e assisti em poucos finais de semana.

2. Dance Moms

Vocês me recomendaram essa série. Mas sinceramente não sei se vou parar pra assistir. Já zapeei na tv e já achei no Net Now. Simplesmente a série não me passou uma boa primeira impressão. Achei as mães e aquela diretora meio histéricas demais.

Mas, pra quem quiser assistir, é um reality show americano de crianças que competem dançando.

Alguém que já tenha assistido: é boa mesmo e é só implicância minha?

3. Flesh and Bone

Mais uma série recomendada pelos meus seguidores do Insta, mas que essa eu tenho vontade de assistir sim! Achei ela no Prime Vídeo. Não tem no Netflix. Quem souber de algum outro lugar para assisir, me conta aqui nos comentários!

A curiosidade que eu achei sobre essa série é que os personagens são bailarinos de verdade. Por isso, ela foi originalmente criada como série, mas acabou sendo uma minisérie, simplesmente pela dificuldade de conciliar as agendas dos bailarinos. Acredito eu que só tenha uma temporada mesmo. Mas estou louca para ver!

Atenção! Não recomendo para menores. Ja me contaram que tem cenas de sexo!

A série, pelo que li, é de 2015 e tem apenas 8 episódios. Achei a sua abertura pelo YouTube e cheguei a conclusão de que preciso ver!!! Deu pra ver que foi super bem filmada e que tinha tudo para ser uma super produção com mais temporadas!

A história se passa em torno de Claire, uma bailarina com um passado difícil, que vai para uma companhia de ballet de prestígio em Nova York, que está sob a direção de Paul Grayson e Monica, sua assistente de direção.

4. Backstage

Mais uma das recomendadas, já me disseram que a série não foca tanto assim no ballet, mas que é boa. O foco dela é uma escola de artes e os jovens artistas que lá estão. Quando eu tiver mais informações ou assistir comento com vocês!

O que eu sei é que tem no Netflix! Já achei, mas ainda não assisti.

5. Bunheads

Também ainda não parei para ver. É uma minisérie americana (pelo que vi foi só uma temporada mesmo). Conta a história de Michelle Simms, ex-bailarina (bunhead) que acabou a dançar em Las Vegas (showgirl). Vendo a sua vida e carreira num beco sem saída, ela impulsivamente aceita a proposta de casamento do seu persistente admirador, Hubbell Flowers (interpretado por Alan Ruck), e  se muda para a sua pacata cidade costeira, uma cidade fictícia chamada Paradise. Uma vez lá, Hubbell é morto num acidente de carro e Michelle esforça-se para se adaptar à vida numa pequena cidade e de ensino ao lado da sua sogra, Fanny, na sua escola de ballet: A Paradise Dance Academy.

Não tem no Netflix, mas achei aqui!

6. Strictly Ballet

É uma série do canal teen vogue. Já apareceu pra mim como sugeridos no Youtube, mas eu nunca parei pra ver! Não tem no Netflix!

É sobre seis estudantes talentosos enquanto eles lutam pelo estrelato na School of American Ballet. Com acesso sem precedentes, você vai conhecer os bastidores do Lincoln Center Stage.

Achei esse trailer dela e me parece uma boa série!

7. Breaking Pointe

“Breaking Pointe” é uma série de documentários sobre o Ballet West, a principal companhia de ballet profissional do oeste americano.

Sob a beleza e o glamour da dança e das fantasias, existe um mundo de extrema atletismo, foco, dedicação, paixão, pressão e, claro, a busca pela inatingível … perfeição.

A série estreou no verão de 2012. Só encontrei no Youtube mesmo.

8. Step Up High Water

É uma série do YouTube inspirada na franquia Ela Dança, Eu Danço. Sua história gira ao redor de Janelle (Lauryn McClain), uma ambiciosa dançarina de hip-hop que sai do subúrbio ao lado do irmão gêmeo Tal (Petrice Jones) para viver com o tio, Al (Faizon Love). Logo ambos conhecem o cenário cultural de Atlanta e lutam para entrar numa cobiçada escola de artes, a High Water Performing Arts School.
A gente consegue assistir pelo Youtube gratuitamente e com legenda.

II. Filmes de Ballet

Ao contrário das séries, os filmes dessa lista eu assisti boa parte e AMO! Eu tentei separar filmes só de ballet mesmo. Também amo os de dança (sou louca por Dirty Dance) e alguns musicais. Mas como este é um blog de ballet, o foco é esse.

1. Billy Eliot

Começando pelos clássicos da minha infância, esse é um filme que eu assisti no cinema nos anos 2000. Acho que ainda vale a pena assistir porque o seu assunto, infelizmente ainda é super atual.

Obviamente, o filme conta a história desse menino de 11 anos, o Billy, que seu pai o matricula em aulas de boxe. Mas ele não gostava do esporte.

Certo dia, vê por acidente uma aula de ballet que estava acontecendo no ginásio, enquanto seu estúdio estava temporariamente sendo usado como uma cozinha de sopa para os mineiros em greve .

Sem o conhecimento de Jackie, seu pai, Billy inicia a aula de ballet. Quando Jackie descobre isso, ele proíbe Billy de retornar para o ballet. Mas , apaixonado pela dança, Billy continua secretamente a participar das aulas, contando com a ajuda de sua professora de dança Sandra Wilkinson.

No início o personagem principal sofre preconceito do seu próprio pai. Mas, essa parte acaba bem, porque seu pai acaba vendo o talento do filho e o apoia dançando.

Achei no Netflix e estou pesando seriamente em reassistir!

2. Center Stage – Sob a Luz da Fama

Mais um dos filmes de ballet que marcou a minha infância eu AMAVA quando via passar na Sessão da Tarde. Essa é a versão de 2000, mas também tem a de 2008, que eu confesso que ainda não vi.

Uma dúzia de adolescentes começaram seu treinamento para a renomada American Ballet Company, onde eles encontram um tremendo estresse físico e mental quando tentam uma vaga na notória companhia de dança. Jody Sawyer tem talento mas as proporções erradas, a impetuosa Eva Rodriguez não consegue se comunicar bem com os seus instrutores e Maureen está tendo dificuldades lidando com os altos e baixos emocionais que acompanha a escola de ballet.

O filme foi feito com bailarinos profissionais do San Francisco Ballet e do American Ballet Theater. Então a gente consegue ver eles dançando verdadeiramente. Eu amava ver a principal fazendo os fouettes na dança final!!!

Tinha também uma coreografia com “The Way You Make me Feel” do Michael Jackson, mas vou deixar vocês verem no filme! A propósito, consegui ver de novo ano passado pagando apenas R$ 2,90 no Youtube.

3. No balanço do amor

Esse filme eu assisti muito na adolescência e a minha irmã até me deu de presente de natal um DVD dele. O foco dele não é tanto assim o ballet, mas tem ballet no filme sim! Já que a personagem principal (Sara) é bailarina.

Quando sua mãe falece em um acidente de carro, Sara muda-se de uma cidade pequena, do Centro-Oeste, para Chicago, e vai morar com seu pai. Na nova cidade, ela apaixona-se por um estudante afro-descendente da escola. Eles dividem o amor pela dança e, juntos, tentam superar os obstáculos de um relacionamento inter-racial. 

Não achei no Netflix, mas no telecineplay.

4. A última dança

Também assisti na minha adolescência. E, convenhamos, filme com Patrick Swayze não tem como ser ruim!!! Era um verdadeiro artista completo!!!

A história gira em torno de três dançarinos que são forçados a reconciliar suas diferenças e passados. Travis (Swayze), Chrissa (Niemi – a esposa de Patrick Swayse) e Max (De La Pena) eram três estudantes do mestre coreógrafo Alex McGrath, mas eles se desentenderam muitos anos atrás com uma peça particularmente difícil que Alex havia coreografado especificamente para eles.

Inesperadamente, McGrath morre. Isso reúne os três, que concordam em tentar a peça mais uma vez para salvar sua companhia. No processo, no entanto, todos reabrem antigas feridas emocionais que nunca foram curadas de maneira adequada.

Infelizmente, não encontrei em lugar nenhum para assistir. Se alguém souber me conta!

5. Se ela dança, eu danço (Step Up)

Mais um filme da minha adolescência que eu vi no cinema. O foco não é tanto assim o ballet, mas o romance entre os personagens principais.

Tyler Gage (Channing Tatum) cresceu nas ruas violentas da cidade e depois de ter problemas com lei, Tyler é obrigado a fazer serviço comunitário na Escola de Artes de Maryland, e tudo muda. Ali, ele conhece Nora (Jenna Dewan), primeira bailarina da escola.
Achei no Youtube por R$ 6,90.
Ele tem também algumas continuações, mas que contam outras histórias. Salvo engano eu já assisti algum que chega a mostrar o ballet Giselle.

6. Cisne Negro

Nina é uma bailarina cuja obsessão pela dança supera todas as facetas de sua vida. Quando o diretor artístico da companhia decide substituir sua prima ballerina para a produção de estreia de “O Lago dos Cisnes”, Nina é sua primeira escolha. Sua concorrente é a novata Lily. Embora Nina seja perfeita para o papel do Cisne Branco, Lily personifica o Cisne Negro. A rivalidade entre as duas bailarinas se transforma em uma amizade distorcida e o lado obscuro de Nina começa a vir à tona.

Também assisti no cinema, e o curioso é que Natalie Portman realmente dançou ballet nesse filme. Para isso ela emagreceu quase 10kg, teve um treinamento pesado com natação, malhação e muita aula de ballet. Ela chegou a usar dublê para poucas cenas.

Por apenas R$ 11,90, você consegue assistir pelo Youtube.

7. Ballets Russes

Esse DVD eu também ganhei de presente da minha irmã. Ele é um documentário de ballet e conta a história do Ballet Russes, companhia responsável pelo nascimento do ballet moderno – de seu aparecimento até os seus dias finais. Em mais de seis décadas de existência a companhia teve em seus quadros nomes como George Balanchine, Léonide Massine, Ivonne Craig (que mais tarde seria a Batgirl do seriado de TV), Irina Baronova, Frederic Franklin, Alicia Markova e tantos outros.

Foi um dos primeiros contatos que eu tive com a história dança antes de começar a estudar e pesquisar mais sobre o assunto.

Achei no site do vídeos de ballet clássico.

Um dia vou assistir de novo e fazer uma resenha mais completa para vocês.

8. A Bailarina

Vamos agora para os mais recentes!

Para quem também ama desenho, esse filme é um amorzinho e fiquei louca quando lançou!

Paris, 1869. Uma sonhadora menina órfã, Felicie, toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris para realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Lá ela decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.
O filme mostra detalhes de Paris, como a Torre Eifel, a escola se baseia na Ópera de Paris e a ponta é da Repetto, marca francesa (que, na verdade, só seria fundada em 1947). É um filme que estimula a gente a correr atrás dos nossos sonhos.

9. O Quebra nozes e os quatro reinos

Clara, uma jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho. Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.

Para quem é muito apegado à história original que conhecemos do ballet com o mesmo nome, é melhor desapegar antes de ir ver o filme. Eu achei um bom filme, mas eles modificaram bastante a história original, mudando, inclusive a personalidade de alguns personagens.

Uma das coisas que eu mais gostei foi a aparição da Misty Copeland! Pena que apareceu tão pouco!

Dá para assistir o filme completo dublado no Youtube por R$ 7,90.

10. Dance Academy the comeback

O filme é a continuação da série australiana e mostra o que aconteceu com cada personagem. Assisti ontem mesmo e confesso que gostei mais da série. Acho que o filme colocou o ballet como o “malvado” da história. Mas o lado bom é que, aparentemente todos os personagens estão em ruins momentos na vida, mas todos têm novas oportunidades.

Para assistir, assim como a série, basta procurar no Netflix.

11. Dance Off

Acabei achando pelas sugestões do meu Netflix, mas ainda não parei para ver.

Conta a história de Brandon e sua antiga namorada de infância, Jasmine, que frequentam estúdios de dança rivais e acabam se enfrentando em um concurso de dança que dará um prêmio de 25 mil dólares.

12. O último dançarino de Mao

A história se passa na China, durante a Revolução Cultural implementada por Mao Tsé Tung. Aos 11 anos Lin Cunxin (Wen Bing Huang/Chengwu Guo/Chi Cao) foi escolhido para deixar sua família de camponeses e estudar balé em Pequim. Em 1979, durante uma visita ao Texas, nos Estados Unidos, ele se apaixona por uma mulher local. Dois anos depois, ele se torna o principal dançarino do Houston Ballet e também o principal artista do Australian Ballet.

É um filme de 2011, mas eu ainda não assisti. Vi agora o trailer e me deu muita vontade de assistir!!!

Achei no Youtube de graça apenas a versão dublada.

Edit: após feita a primeira versão deste post, vi esse filme e achei um FILMAÇO! VEJAM!!!

13. Duelo de Cordas

Um dos  filmes que vocês me recomendaram e que ainda não assisti.

Conta a história de quando um violinista que toca hip-hop no metrô de Nova York encontra uma bailarina do Manhattan Conservatory of the Arts um clima de romance se instaura. Com a ajuda de uma equipe de dança, eles devem encontrar um meio termo entre seus estilos para se apresentarem uma competição que pode mudar suas vidas para sempre.

Achei o filme gratuito em HD dublado no YouTube!

14. Batalhas

Achei esse filme fuxicando o Netflix, então é lá que vocês conseguem assistir. Mas eu ainda não parei pra ver!

O longa traz uma emocionante história envolvendo dança de hip-hop, e para aqueles que gostam daqueles clipes coreografados certamente vão amar algumas cenas do filme Batalhas.

Com a falência do pai, a jovem bailarina Amalie vê seu estilo de vida luxuoso desmoronar. Mas ela descobre um novo ritmo ao conhecer o dançarino de hip-hop Mikael.

Amalie (Lisa Teige) é uma jovem linda e rica na Noruega, aquele que é um dos melhores países do mundo sob qualquer prisma que se olhe para ele que não o clima. Sem ter preocupação alguma na vida, ela passa seus dias estudando dança contemporânea em alguma escola de dança aparentemente conceituada de Oslo, até que um belo dia, um ex-aluno de sua professora sargentona aparece e surge uma oportunidade para todas as meninas da escola: uma delas será escolhida para fazer parte da companhia de dança do malandro. Todas elas, igualmente ricas e lindas, arrulham feito pombas diante da possibilidade e continuam vivendo suas vidas perfeitas, com seus namorados também perfeitos.

 

 

E aí? O que acharam da lista? Vocês já viram algum filme ou série que coloquei aqui? Sentiram falta de algum?

Até o próximo post e bom Carnaval!!!

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Passos do ballet parecidos para você nunca mais confundir https://tutudaju.com/passos-do-ballet-parecidos-para-voce-nunca-mais-confundir/ https://tutudaju.com/passos-do-ballet-parecidos-para-voce-nunca-mais-confundir/#respond Sat, 02 Mar 2019 12:21:16 +0000 https://tutudaju.com/?p=1023 Olá pessoal! Essa semana vocês responderam uma pergunta minha pelo Insta (@tutudaju) e com base no que vocês me responderam fiz esse vídeo super legal!!! 1º) Arabesque x Attitude No arabesque, a perna de trás está esticada e a do attitude, dobrada. 2º) Developpé x Enveloppé No developpé, que significa “desenvolver”, a perna sai dobrada […]

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Olá pessoal!

Essa semana vocês responderam uma pergunta minha pelo Insta (@tutudaju) e com base no que vocês me responderam fiz esse vídeo super legal!!!

1º) Arabesque x Attitude

No arabesque, a perna de trás está esticada e a do attitude, dobrada.

2º) Developpé x Enveloppé

No developpé, que significa “desenvolver”, a perna sai dobrada e estica; no enveloppé, ela sai esticada e dobra.

3º) Retiré x Passé

Eu já vi dizerem que não há diferença. Mas para quem diferencia, passé, significa “passar”, então, você vai passar a perna de frente para trás ou de trás para frente. Já retiré significa “recolher”, então é só recolher a perna; não haverá essa passagem de um lugar para o outro.

4º) Glissé x Jeté

Essa diferenciação é bem sutil. São dois passos comumente dados na barra, sendo que o glissé é mais lento, mais sustentado e o jeté tem um acento, que pode ser tanto dentro quanto fora.

5º) Tendu x Dégagé

Mais uma diferença sutil. O tendu é sempre algo que fecha. O dégagé só vai e vai ser comumente usado como preparação para alguns outros passos.

6º) Dégagé x Coupé

Também podem ser usados como preparação, sendo que no dégagé a perna é esticada e no coupé, dobrada.

7º) Coupé x Sur le cou-de-pied

No coupé, o pé encosta no tornolezo, tanto atrás quanto na frente. Já no sur le cou-de-pied, o pé abraça o tornozelo.

8º) Assemblé x Sissonne

São dois saltos bem parecidos em que há um deslocamento. O assemblé é um salto de um apoio para dois. Ele sai arrastando a perna de trabalho, e as duas podem juntar em quinta no ar ou no chão. Já o sissonne é um salto de dois apoios para um. Só junta no chão mesmo.

9º) Assemblé x Cabriole x Brisé

Temos aqui 3 saltos parecidos. O assemblé arrasta e junta em quinta, no chão ou no ar; o cabriole, a perna sai de quinta para um jeté, a do fondue bate nela e a do jeté permanece no ar; já o brisé, a perna sai de um jeté, a de baixo bate e cruza e cai em quinta no chão.

10º) Balloné x Balloté

São dois passos que até o nome é parecido e que pode ser saltados ou não. A grande diferença entre eles vai ser o acento. No balloné o tempo vai ser embaixo no fondue e no balloté, em cima com a perna esticada.

11º) Entrechat Trois x Entrechat Cinq

O nome “entrechat” indica pequenos saltos que são batidos, que cruzam a perna. “Trois” e “cinq”, são números, 3 e 5, respectivamente, que seria o número de vezes que a perna cruza.

O entrechat trois seria um royal (aquele changement, que cruza a perna da frente antes e troca de posição), só que na hora da descida, a mesma perna vai cair no coupé (se for com a perna da frente, ela vai cair num coupé atrás; se for com a perna de trás, ela vai cair num coupé na frente).

O entrechat cinq seria um entrechat quatre (troca 4 vezes) em que a perna vai cair num coupé (se for com a perna na frente, a que termina atrás cai no coupé, se for com a de trás, a que termina na frente cai no coupé).

12º) Piqué x Enveloppé

Temos aqui dois giros que avançam. No piqué, o giro é en dedans (para dentro da perna de base) e a perna que pisa vai ser oposta à perna que recolhe. No enveloppé, o giro é en dehors (para fora da perna de base) e a perna que pisa vai ser a mesma da perna que vai recolher.

13º) Grand Jeté x Saut de chat / Sodange / Grand Jeté por Developpé

Aqui é uma diferença entre dois grandes saltos com a mesma mecânica. Mas no grand jeté a perna sai esticada e no saut de chat, desenvolvendo.

 

E esses foram os passos parecidos que eu escolhi para diferenciar! Espero que a partir deste post ninguém aqui nunca mais confunda!

Até o próximo post!!!

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