Tutu da Ju https://tutudaju.com Meu blog de ballet Tue, 19 Mar 2019 14:16:09 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=5.0.4 Para a turma do Netflix curtir o Carnaval : Filmes e séries de ballet https://tutudaju.com/para-a-turma-do-netflix-curtir-o-carnaval-filmes-e-series-de-ballet/ https://tutudaju.com/para-a-turma-do-netflix-curtir-o-carnaval-filmes-e-series-de-ballet/#comments Sat, 02 Mar 2019 18:57:27 +0000 https://tutudaju.com/?p=1029 Olá bailarinas e bailarinos que leem o Tutu da Ju! Essas semanas, respondi tops 3 que vocês me mandaram lá no Insta (ainda não me segue? Me procura e me acompanha por lá também!!! @tutudaju) e então pedi para que vocês me indicassem séries. Então, vou aqui neste post listar filmes e séries, para quem […]

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Olá bailarinas e bailarinos que leem o Tutu da Ju!

Essas semanas, respondi tops 3 que vocês me mandaram lá no Insta (ainda não me segue? Me procura e me acompanha por lá também!!! @tutudaju) e então pedi para que vocês me indicassem séries. Então, vou aqui neste post listar filmes e séries, para quem não é lá tão fã de Carnaval e de bloquinhos e está mais para a turma do Netflix.

I. Séries de Ballet

Eu não assisti todas elas ainda, então ainda não sei muito se são boas ou não. Só sei o que eu pesquisei.

1. Dance Academy

É uma série australiana que está disponível no Netflix. É só procurar!

A trama gira em torno da personagem principal, Tara Webster, e de seus amigos, que querem entrar na  Academia Nacional de Dança. Eu achei ela meio teen, mas mesmo assim, gosto muito dessa série!

Mostra todos os possíveis dramas de quem quer ser um bailarino profissional, desde distúrbios alimentares, lesões, inseguranças na carreira e tem até mesmo a morte de um dos personagens (que me fez chorar muito por sinal! Mas não vou dizer quem é para não estragar ainda mais para vocês). Além disso, os personagens estão no auge da sua adolescência e juventude, então fazem algumas besteiras. Achei isso bem compatível com a faixa etária deles.

Foi a única série de ballet que eu de fato assisti até o momento que estou escrevendo este post. A série tem apenas 3 temporadas e eu realmente maratonei e assisti em poucos finais de semana.

2. Dance Moms

Vocês me recomendaram essa série. Mas sinceramente não sei se vou parar pra assistir. Já zapeei na tv e já achei no Net Now. Simplesmente a série não me passou uma boa primeira impressão. Achei as mães e aquela diretora meio histéricas demais.

Mas, pra quem quiser assistir, é um reality show americano de crianças que competem dançando.

Alguém que já tenha assistido: é boa mesmo e é só implicância minha?

3. Flesh and Bone

Mais uma série recomendada pelos meus seguidores do Insta, mas que essa eu tenho vontade de assistir sim! Achei ela no Prime Vídeo. Não tem no Netflix. Quem souber de algum outro lugar para assisir, me conta aqui nos comentários!

A curiosidade que eu achei sobre essa série é que os personagens são bailarinos de verdade. Por isso, ela foi originalmente criada como série, mas acabou sendo uma minisérie, simplesmente pela dificuldade de conciliar as agendas dos bailarinos. Acredito eu que só tenha uma temporada mesmo. Mas estou louca para ver!

Atenção! Não recomendo para menores. Ja me contaram que tem cenas de sexo!

A série, pelo que li, é de 2015 e tem apenas 8 episódios. Achei a sua abertura pelo YouTube e cheguei a conclusão de que preciso ver!!! Deu pra ver que foi super bem filmada e que tinha tudo para ser uma super produção com mais temporadas!

A história se passa em torno de Claire, uma bailarina com um passado difícil, que vai para uma companhia de ballet de prestígio em Nova York, que está sob a direção de Paul Grayson e Monica, sua assistente de direção.

4. Backstage

Mais uma das recomendadas, já me disseram que a série não foca tanto assim no ballet, mas que é boa. O foco dela é uma escola de artes e os jovens artistas que lá estão. Quando eu tiver mais informações ou assistir comento com vocês!

O que eu sei é que tem no Netflix! Já achei, mas ainda não assisti.

5. Bunheads

Também ainda não parei para ver. É uma minisérie americana (pelo que vi foi só uma temporada mesmo). Conta a história de Michelle Simms, ex-bailarina (bunhead) que acabou a dançar em Las Vegas (showgirl). Vendo a sua vida e carreira num beco sem saída, ela impulsivamente aceita a proposta de casamento do seu persistente admirador, Hubbell Flowers (interpretado por Alan Ruck), e  se muda para a sua pacata cidade costeira, uma cidade fictícia chamada Paradise. Uma vez lá, Hubbell é morto num acidente de carro e Michelle esforça-se para se adaptar à vida numa pequena cidade e de ensino ao lado da sua sogra, Fanny, na sua escola de ballet: A Paradise Dance Academy.

Não tem no Netflix, mas achei aqui!

6. Strictly Ballet

É uma série do canal teen vogue. Já apareceu pra mim como sugeridos no Youtube, mas eu nunca parei pra ver! Não tem no Netflix!

É sobre seis estudantes talentosos enquanto eles lutam pelo estrelato na School of American Ballet. Com acesso sem precedentes, você vai conhecer os bastidores do Lincoln Center Stage.

Achei esse trailer dela e me parece uma boa série!

7. Breaking Pointe

“Breaking Pointe” é uma série de documentários sobre o Ballet West, a principal companhia de ballet profissional do oeste americano.

Sob a beleza e o glamour da dança e das fantasias, existe um mundo de extrema atletismo, foco, dedicação, paixão, pressão e, claro, a busca pela inatingível … perfeição.

A série estreou no verão de 2012. Só encontrei no Youtube mesmo.

8. Step Up High Water

É uma série do YouTube inspirada na franquia Ela Dança, Eu Danço. Sua história gira ao redor de Janelle (Lauryn McClain), uma ambiciosa dançarina de hip-hop que sai do subúrbio ao lado do irmão gêmeo Tal (Petrice Jones) para viver com o tio, Al (Faizon Love). Logo ambos conhecem o cenário cultural de Atlanta e lutam para entrar numa cobiçada escola de artes, a High Water Performing Arts School.
A gente consegue assistir pelo Youtube gratuitamente e com legenda.

II. Filmes de Ballet

Ao contrário das séries, os filmes dessa lista eu assisti boa parte e AMO! Eu tentei separar filmes só de ballet mesmo. Também amo os de dança (sou louca por Dirty Dance) e alguns musicais. Mas como este é um blog de ballet, o foco é esse.

1. Billy Eliot

Começando pelos clássicos da minha infância, esse é um filme que eu assisti no cinema nos anos 2000. Acho que ainda vale a pena assistir porque o seu assunto, infelizmente ainda é super atual.

Obviamente, o filme conta a história desse menino de 11 anos, o Billy, que seu pai o matricula em aulas de boxe. Mas ele não gostava do esporte.

Certo dia, vê por acidente uma aula de ballet que estava acontecendo no ginásio, enquanto seu estúdio estava temporariamente sendo usado como uma cozinha de sopa para os mineiros em greve .

Sem o conhecimento de Jackie, seu pai, Billy inicia a aula de ballet. Quando Jackie descobre isso, ele proíbe Billy de retornar para o ballet. Mas , apaixonado pela dança, Billy continua secretamente a participar das aulas, contando com a ajuda de sua professora de dança Sandra Wilkinson.

No início o personagem principal sofre preconceito do seu próprio pai. Mas, essa parte acaba bem, porque seu pai acaba vendo o talento do filho e o apoia dançando.

Achei no Netflix e estou pesando seriamente em reassistir!

2. Center Stage – Sob a Luz da Fama

Mais um dos filmes de ballet que marcou a minha infância eu AMAVA quando via passar na Sessão da Tarde. Essa é a versão de 2000, mas também tem a de 2008, que eu confesso que ainda não vi.

Uma dúzia de adolescentes começaram seu treinamento para a renomada American Ballet Company, onde eles encontram um tremendo estresse físico e mental quando tentam uma vaga na notória companhia de dança. Jody Sawyer tem talento mas as proporções erradas, a impetuosa Eva Rodriguez não consegue se comunicar bem com os seus instrutores e Maureen está tendo dificuldades lidando com os altos e baixos emocionais que acompanha a escola de ballet.

O filme foi feito com bailarinos profissionais do San Francisco Ballet e do American Ballet Theater. Então a gente consegue ver eles dançando verdadeiramente. Eu amava ver a principal fazendo os fouettes na dança final!!!

Tinha também uma coreografia com “The Way You Make me Feel” do Michael Jackson, mas vou deixar vocês verem no filme! A propósito, consegui ver de novo ano passado pagando apenas R$ 2,90 no Youtube.

3. No balanço do amor

Esse filme eu assisti muito na adolescência e a minha irmã até me deu de presente de natal um DVD dele. O foco dele não é tanto assim o ballet, mas tem ballet no filme sim! Já que a personagem principal (Sara) é bailarina.

Quando sua mãe falece em um acidente de carro, Sara muda-se de uma cidade pequena, do Centro-Oeste, para Chicago, e vai morar com seu pai. Na nova cidade, ela apaixona-se por um estudante afro-descendente da escola. Eles dividem o amor pela dança e, juntos, tentam superar os obstáculos de um relacionamento inter-racial. 

Não achei no Netflix, mas no telecineplay.

4. A última dança

Também assisti na minha adolescência. E, convenhamos, filme com Patrick Swayze não tem como ser ruim!!! Era um verdadeiro artista completo!!!

A história gira em torno de três dançarinos que são forçados a reconciliar suas diferenças e passados. Travis (Swayze), Chrissa (Niemi – a esposa de Patrick Swayse) e Max (De La Pena) eram três estudantes do mestre coreógrafo Alex McGrath, mas eles se desentenderam muitos anos atrás com uma peça particularmente difícil que Alex havia coreografado especificamente para eles.

Inesperadamente, McGrath morre. Isso reúne os três, que concordam em tentar a peça mais uma vez para salvar sua companhia. No processo, no entanto, todos reabrem antigas feridas emocionais que nunca foram curadas de maneira adequada.

Infelizmente, não encontrei em lugar nenhum para assistir. Se alguém souber me conta!

5. Se ela dança, eu danço (Step Up)

Mais um filme da minha adolescência que eu vi no cinema. O foco não é tanto assim o ballet, mas o romance entre os personagens principais.

Tyler Gage (Channing Tatum) cresceu nas ruas violentas da cidade e depois de ter problemas com lei, Tyler é obrigado a fazer serviço comunitário na Escola de Artes de Maryland, e tudo muda. Ali, ele conhece Nora (Jenna Dewan), primeira bailarina da escola.
Achei no Youtube por R$ 6,90.
Ele tem também algumas continuações, mas que contam outras histórias. Salvo engano eu já assisti algum que chega a mostrar o ballet Giselle.

6. Cisne Negro

Nina é uma bailarina cuja obsessão pela dança supera todas as facetas de sua vida. Quando o diretor artístico da companhia decide substituir sua prima ballerina para a produção de estreia de “O Lago dos Cisnes”, Nina é sua primeira escolha. Sua concorrente é a novata Lily. Embora Nina seja perfeita para o papel do Cisne Branco, Lily personifica o Cisne Negro. A rivalidade entre as duas bailarinas se transforma em uma amizade distorcida e o lado obscuro de Nina começa a vir à tona.

Também assisti no cinema, e o curioso é que Natalie Portman realmente dançou ballet nesse filme. Para isso ela emagreceu quase 10kg, teve um treinamento pesado com natação, malhação e muita aula de ballet. Ela chegou a usar dublê para poucas cenas.

Por apenas R$ 11,90, você consegue assistir pelo Youtube.

7. Ballets Russes

Esse DVD eu também ganhei de presente da minha irmã. Ele é um documentário de ballet e conta a história do Ballet Russes, companhia responsável pelo nascimento do ballet moderno – de seu aparecimento até os seus dias finais. Em mais de seis décadas de existência a companhia teve em seus quadros nomes como George Balanchine, Léonide Massine, Ivonne Craig (que mais tarde seria a Batgirl do seriado de TV), Irina Baronova, Frederic Franklin, Alicia Markova e tantos outros.

Foi um dos primeiros contatos que eu tive com a história dança antes de começar a estudar e pesquisar mais sobre o assunto.

Achei no site do vídeos de ballet clássico.

Um dia vou assistir de novo e fazer uma resenha mais completa para vocês.

8. A Bailarina

Vamos agora para os mais recentes!

Para quem também ama desenho, esse filme é um amorzinho e fiquei louca quando lançou!

Paris, 1869. Uma sonhadora menina órfã, Felicie, toma uma atitude arriscada para conseguir o que quer: foge para Paris para realizar o sonho de ser uma grande bailarina. Lá ela decide se passar por outra pessoa, e consegue uma vaga no Grand Opera, onde vai aprontar muitas aventuras.
O filme mostra detalhes de Paris, como a Torre Eifel, a escola se baseia na Ópera de Paris e a ponta é da Repetto, marca francesa (que, na verdade, só seria fundada em 1947). É um filme que estimula a gente a correr atrás dos nossos sonhos.

9. O Quebra nozes e os quatro reinos

Clara, uma jovem esperta e independente, perde a única chave mágica capaz de abrir um presente de valor incalculável dado por seu padrinho. Ela decide então iniciar uma jornada de resgate que a leva pelo Reino dos Doces, o Reino das Neves, o Reino das Flores e o sinistro Quarto Reino.

Para quem é muito apegado à história original que conhecemos do ballet com o mesmo nome, é melhor desapegar antes de ir ver o filme. Eu achei um bom filme, mas eles modificaram bastante a história original, mudando, inclusive a personalidade de alguns personagens.

Uma das coisas que eu mais gostei foi a aparição da Misty Copeland! Pena que apareceu tão pouco!

Dá para assistir o filme completo dublado no Youtube por R$ 7,90.

10. Dance Academy the comeback

O filme é a continuação da série australiana e mostra o que aconteceu com cada personagem. Assisti ontem mesmo e confesso que gostei mais da série. Acho que o filme colocou o ballet como o “malvado” da história. Mas o lado bom é que, aparentemente todos os personagens estão em ruins momentos na vida, mas todos têm novas oportunidades.

Para assistir, assim como a série, basta procurar no Netflix.

11. Dance Off

Acabei achando pelas sugestões do meu Netflix, mas ainda não parei para ver.

Conta a história de Brandon e sua antiga namorada de infância, Jasmine, que frequentam estúdios de dança rivais e acabam se enfrentando em um concurso de dança que dará um prêmio de 25 mil dólares.

12. O último dançarino de Mao

A história se passa na China, durante a Revolução Cultural implementada por Mao Tsé Tung. Aos 11 anos Lin Cunxin (Wen Bing Huang/Chengwu Guo/Chi Cao) foi escolhido para deixar sua família de camponeses e estudar balé em Pequim. Em 1979, durante uma visita ao Texas, nos Estados Unidos, ele se apaixona por uma mulher local. Dois anos depois, ele se torna o principal dançarino do Houston Ballet e também o principal artista do Australian Ballet.

É um filme de 2011, mas eu ainda não assisti. Vi agora o trailer e me deu muita vontade de assistir!!!

Achei no Youtube de graça apenas a versão dublada.

Edit: após feita a primeira versão deste post, vi esse filme e achei um FILMAÇO! VEJAM!!!

13. Duelo de Cordas

Um dos  filmes que vocês me recomendaram e que ainda não assisti.

Conta a história de quando um violinista que toca hip-hop no metrô de Nova York encontra uma bailarina do Manhattan Conservatory of the Arts um clima de romance se instaura. Com a ajuda de uma equipe de dança, eles devem encontrar um meio termo entre seus estilos para se apresentarem uma competição que pode mudar suas vidas para sempre.

Achei o filme gratuito em HD dublado no YouTube!

14. Batalhas

Achei esse filme fuxicando o Netflix, então é lá que vocês conseguem assistir. Mas eu ainda não parei pra ver!

O longa traz uma emocionante história envolvendo dança de hip-hop, e para aqueles que gostam daqueles clipes coreografados certamente vão amar algumas cenas do filme Batalhas.

Com a falência do pai, a jovem bailarina Amalie vê seu estilo de vida luxuoso desmoronar. Mas ela descobre um novo ritmo ao conhecer o dançarino de hip-hop Mikael.

Amalie (Lisa Teige) é uma jovem linda e rica na Noruega, aquele que é um dos melhores países do mundo sob qualquer prisma que se olhe para ele que não o clima. Sem ter preocupação alguma na vida, ela passa seus dias estudando dança contemporânea em alguma escola de dança aparentemente conceituada de Oslo, até que um belo dia, um ex-aluno de sua professora sargentona aparece e surge uma oportunidade para todas as meninas da escola: uma delas será escolhida para fazer parte da companhia de dança do malandro. Todas elas, igualmente ricas e lindas, arrulham feito pombas diante da possibilidade e continuam vivendo suas vidas perfeitas, com seus namorados também perfeitos.

 

 

E aí? O que acharam da lista? Vocês já viram algum filme ou série que coloquei aqui? Sentiram falta de algum?

Até o próximo post e bom Carnaval!!!

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Passos do ballet parecidos para você nunca mais confundir https://tutudaju.com/passos-do-ballet-parecidos-para-voce-nunca-mais-confundir/ https://tutudaju.com/passos-do-ballet-parecidos-para-voce-nunca-mais-confundir/#respond Sat, 02 Mar 2019 12:21:16 +0000 https://tutudaju.com/?p=1023 Olá pessoal! Essa semana vocês responderam uma pergunta minha pelo Insta (@tutudaju) e com base no que vocês me responderam fiz esse vídeo super legal!!! 1º) Arabesque x Attitude No arabesque, a perna de trás está esticada e a do attitude, dobrada. 2º) Developpé x Enveloppé No developpé, que significa “desenvolver”, a perna sai dobrada […]

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Olá pessoal!

Essa semana vocês responderam uma pergunta minha pelo Insta (@tutudaju) e com base no que vocês me responderam fiz esse vídeo super legal!!!

1º) Arabesque x Attitude

No arabesque, a perna de trás está esticada e a do attitude, dobrada.

2º) Developpé x Enveloppé

No developpé, que significa “desenvolver”, a perna sai dobrada e estica; no enveloppé, ela sai esticada e dobra.

3º) Retiré x Passé

Eu já vi dizerem que não há diferença. Mas para quem diferencia, passé, significa “passar”, então, você vai passar a perna de frente para trás ou de trás para frente. Já retiré significa “recolher”, então é só recolher a perna; não haverá essa passagem de um lugar para o outro.

4º) Glissé x Jeté

Essa diferenciação é bem sutil. São dois passos comumente dados na barra, sendo que o glissé é mais lento, mais sustentado e o jeté tem um acento, que pode ser tanto dentro quanto fora.

5º) Tendu x Dégagé

Mais uma diferença sutil. O tendu é sempre algo que fecha. O dégagé só vai e vai ser comumente usado como preparação para alguns outros passos.

6º) Dégagé x Coupé

Também podem ser usados como preparação, sendo que no dégagé a perna é esticada e no coupé, dobrada.

7º) Coupé x Sur le cou-de-pied

No coupé, o pé encosta no tornolezo, tanto atrás quanto na frente. Já no sur le cou-de-pied, o pé abraça o tornozelo.

8º) Assemblé x Sissonne

São dois saltos bem parecidos em que há um deslocamento. O assemblé é um salto de um apoio para dois. Ele sai arrastando a perna de trabalho, e as duas podem juntar em quinta no ar ou no chão. Já o sissonne é um salto de dois apoios para um. Só junta no chão mesmo.

9º) Assemblé x Cabriole x Brisé

Temos aqui 3 saltos parecidos. O assemblé arrasta e junta em quinta, no chão ou no ar; o cabriole, a perna sai de quinta para um jeté, a do fondue bate nela e a do jeté permanece no ar; já o brisé, a perna sai de um jeté, a de baixo bate e cruza e cai em quinta no chão.

10º) Balloné x Balloté

São dois passos que até o nome é parecido e que pode ser saltados ou não. A grande diferença entre eles vai ser o acento. No balloné o tempo vai ser embaixo no fondue e no balloté, em cima com a perna esticada.

11º) Entrechat Trois x Entrechat Cinq

O nome “entrechat” indica pequenos saltos que são batidos, que cruzam a perna. “Trois” e “cinq”, são números, 3 e 5, respectivamente, que seria o número de vezes que a perna cruza.

O entrechat trois seria um royal (aquele changement, que cruza a perna da frente antes e troca de posição), só que na hora da descida, a mesma perna vai cair no coupé (se for com a perna da frente, ela vai cair num coupé atrás; se for com a perna de trás, ela vai cair num coupé na frente).

O entrechat cinq seria um entrechat quatre (troca 4 vezes) em que a perna vai cair num coupé (se for com a perna na frente, a que termina atrás cai no coupé, se for com a de trás, a que termina na frente cai no coupé).

12º) Piqué x Enveloppé

Temos aqui dois giros que avançam. No piqué, o giro é en dedans (para dentro da perna de base) e a perna que pisa vai ser oposta à perna que recolhe. No enveloppé, o giro é en dehors (para fora da perna de base) e a perna que pisa vai ser a mesma da perna que vai recolher.

13º) Grand Jeté x Saut de chat / Sodange / Grand Jeté por Developpé

Aqui é uma diferença entre dois grandes saltos com a mesma mecânica. Mas no grand jeté a perna sai esticada e no saut de chat, desenvolvendo.

 

E esses foram os passos parecidos que eu escolhi para diferenciar! Espero que a partir deste post ninguém aqui nunca mais confunda!

Até o próximo post!!!

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Meu planner de dança 2019 https://tutudaju.com/meu-planner-de-danca-2019/ https://tutudaju.com/meu-planner-de-danca-2019/#respond Wed, 20 Feb 2019 13:08:06 +0000 https://tutudaju.com/?p=1016 Olá pessoal que me acompanha! Pra quem ainda não viu, esse ano acabo de lançar o primeiro produto exclusivo do Tutu da Ju: um planner digital de dança para você baixar e começar a usar AGORA! No vídeo que acabei de subir no canal, expliquei tudo bem detalhadinho sobre o seu conteúdo e como usar! […]

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Olá pessoal que me acompanha!

Pra quem ainda não viu, esse ano acabo de lançar o primeiro produto exclusivo do Tutu da Ju: um planner digital de dança para você baixar e começar a usar AGORA!

No vídeo que acabei de subir no canal, expliquei tudo bem detalhadinho sobre o seu conteúdo e como usar! Mas abaixo, também vou deixar tudo por escrito!

Link do store para baixar: https://store.tutudaju.com/planner-digital-2019/

Este planner é um planner de dança, pensado e desenvolvido por mim especialmente às minhas seguidoras bailarinas! Pensei nesse material porque comecei a perceber que começar o dia já com ele organizado, o dia fica muito melhor e mais produtivo! Foi esse modo de me organizar que me fez cumprir boa parte dos meus objetivos ao longo do ano! E o planner vai ser o material perfeito para a bailarina se planejar e se organizar! A cada início de um novo ano a gente sempre defini nossas metas, mas muitas vezes não conseguimos atingir! Esse material vai te ajudar a cumprir as suas metas e criar uma estratégia para que isso aconteça.

Meu desejo é que todas vocês consigam cumprir seus objetivos que vocês idealizaram para 2019! E para isso fiz um conteúdo especial para vocês se organizarem, definirem suas metas e não se sentirem perdidas!

Conteúdo:

  • Dados pessoais
  • Calendário com os feriados nacionais e datas especiais para o mundo da dança (ex: dia internacional da dança)
  • Quadro de visualizações
  • Metas do ano por categoria
  • Meses com frases motivacionais para manter vocês sempre motivadas ao longo do ano
  • Metas mensais com ações necessárias e recompensas
  • Controle de hábitos para você marcar cada dia que você teve aquele hábito (ex: para quem me acompanha sabe que em 2018 um dos meus objetivos era fazer 200 aulas de ballet. Você pode marcar cada dia que você fez aula de ballet e no final você contabilizar quantas você fez ao longo do ano)
  • Calendário mensal para marcar os acontecimentos ou eventos importantes
  • Finanças do mês com receitas e despesas
  • Planejamento semanal, com cada dia da semana, principais metas e gratidões da semana
  • Conquistas do mês para lembrar das pequenas coisas que a gente alcança e nos manter felizes por essas conquistas
  • Checklist de apresentação com linhas em branco para preencher de acordo com a sua necessidade para garantir que você não esqueça de levar nada para a sua apresentação de ballet Lista de espetáculos assistidos para preencher quais você assistiu no ano e a data
  • Lista de livros lidos com data de início e data de término
  • Lista de filmes e séries
  • Uma página para anotações

Você pode baixar mês a mês, imprimir no formato que quiser (A3, A4…), colocar num fichário, mandar encadernar…

Você que manda! O importante é que seja prático para você e que te faça colocar seus planos em ação!!!

 

Um beijo e até o próximo post!!!

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Aulas de chão X Preparação Física X Barra a terre https://tutudaju.com/aulas-de-chao-x-preparacao-fisica-x-barra-a-terre/ https://tutudaju.com/aulas-de-chao-x-preparacao-fisica-x-barra-a-terre/#respond Wed, 13 Feb 2019 18:43:28 +0000 https://tutudaju.com/?p=1007 Olá meu povo!!! Recentemente perguntei a vocês nos meus stories do Insta a seguinte pergunta: vocês acham que o ballet parou no tempo? A ideia com essa pergunta era estimular a reflexão de vocês (depois em outro post vou até mostrar mais argumentos), mas vejo que o ballet não parou no tempo não! Algumas coisas […]

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Olá meu povo!!!

Recentemente perguntei a vocês nos meus stories do Insta a seguinte pergunta: vocês acham que o ballet parou no tempo?

A ideia com essa pergunta era estimular a reflexão de vocês (depois em outro post vou até mostrar mais argumentos), mas vejo que o ballet não parou no tempo não! Algumas coisas continuam mantidas – e que BOM! – e outras mudaram e continuam mudando e MUITO!

Uma dessas coisas é a estrutura da aula de ballet! Nós bailarinos estamos cada vez mais sendo mais exigidos, dentre outras coisas com passos mais difíceis que nos exigem mais fisicamente. Então porque a aula haveria de continuar sendo a mesma para sempre?

Com essas mudanças vem surgindo novos conceitos que estão sendo introduzidos nas nossas aulas, como a preparação física e a barra a terre. Mas antes delas já tínhamos a famosa aula de chão! Todas elas são dadas, mesmo que em parte no chão. Mas vocês sabem as diferenças entre elas? Tem diferença? É sobre isso que vamos falar neste post!

1. Aula de chão

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A aula de chão foi introduzida no ballet brasileiro com a bailarina Nina Verchinina, quando esta começou a dar aulas no nosso Theatro Municipal do Rio de Janeiro em 1947. Nina solicitou ao TMRJ 30 a 40 cobertores para que pudesse dar essa aula. Mas ela foi acusada de estar fazendo orgias na sala de aula e foi expulsa como comunista.

A ideia da aula de chão é trabalhar mais a flexibilidade do bailarino, é um alongamento no chão voltado para os bailarinos, tendo exercícios como abertura de segunda, grand ecárt e muitos outros. Mas também pode ser que alguns professores também coloquem alguns pequenos exercícios de força como pranchas e abdominais.

Além disso, pode ter alguns exercícios em dupla, ou ainda trios, para que um force o outro ainda mais na sua flexibilidade. Pois o ballet exige que os bailarinos sejam flexíveis.

2. Barra a terre

A aula de barra a terre, ou barra solo, é uma combinação de exercícios que seriam feitos na barra, mas no solo e também existem alguns movimentos que são feitos sentados. São feitos no chão grand pliés, tendus, rondjambs e muitos outros.

A ideia é trabalhar os movimentos do ballet com mais consciencia corporal! Fazer en dehors sem jogar o quadril, fazer arabesque sem roubadinhas, trabalhar o encaixe perfeito da coluna e da costela, por exemplo. Nessa aula se trabalha muita força e resistencia com base nos exercícios da barra e foi desenvolvida pelo bailarino Boris Knyazev.

Pode ser feita como um aquecimento antes da aula também. Eu já fiz uma aula de pas de deux em que nos minutos iniciais o professor dava exercícios de barra a terre. E isso me ajudou a trabalhar muito mais encaixada. E muitas bailarinas profissionais usam dessa prática como aquecimento antes da aula, como Sylvie Guillem e Misty Copeland. A Misty, bailarina da foto acima, teve uma fratura por estresse na tíbia e foi também graças a esse método que pode voltar a dançar depois da lesão.

3. Preparação física

Imagem relacionada

Esse tipo de aula pode alternar exercícios no chão, sentada ou em pé. Mas a ideia principal é trabalhar a força do core abdominal, costas, pernas, glúteos e até mesmo os braços. Serão feitos alguns exercícios como abdominais, pranchas e ainda agachamentos.

A ideia desse tipo de aula é, como o nome já diz, tonificar e dar força ao corpo do bailarino necessária para que ele possa fazer os passos do ballet, pois se não temos o core bem trabalhado podemos ter muitas dificuldades em sustentar a perna, fazer piruetas e também ficar no balance!

 

Vocês viram que existem alguns pontos em comum entre elas e que as diferenças algumas vezes podem ser sutis. Mas cada uma dessas aulas tem seu foco principal, visando desenvolver as potencialidades do bailarino fora das aulas convencionais de barra, centro e diagonal.

E esse foi o post de hoje!

Espero ter feito vocês aprenderem um pouquinho mais!

Até o próximo post!

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12 Características dos Ballets de Petipá https://tutudaju.com/12-caracteristicas-dos-ballets-de-petipa/ https://tutudaju.com/12-caracteristicas-dos-ballets-de-petipa/#respond Wed, 06 Feb 2019 18:18:09 +0000 https://tutudaju.com/?p=997 Oi Bailarinas e Bailarinos! Hoje vai um post que eu estava devendo! Decidi reunir as XXX características que eu considero mais importantes dos ballets de Marius Petipá, pois a maioria dos ballets deste renomado coreógrafo vão ter este formato, mas, antes, vou listar os ballets dele para ajudar vocês a pensar sobre as características. Os […]

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Oi Bailarinas e Bailarinos!

Hoje vai um post que eu estava devendo!

Decidi reunir as XXX características que eu considero mais importantes dos ballets de Marius Petipá, pois a maioria dos ballets deste renomado coreógrafo vão ter este formato, mas, antes, vou listar os ballets dele para ajudar vocês a pensar sobre as características.

Os Ballets de Petipá

Ao longo de sua carreira como um grande coreógrafo e MUITA importância para o ballet que temos hoje, Petipá montou vários ballets, dos quais vou destacar apenas os de repertório:

  1.  A Filha do Faraó  – 1862
  2. La Bayadère  – 1877
  3. O Talismã – 1889
  4. A Bela Adormecida – 1890
  5. O Quebra Nozes –  1891
  6. Cinderela – 1893
  7. O Lago dos Cisnes (com Ivanov) – 1895
  8. Raymonda – 1898
  9. Harlequinade – 1900
  10. O Espelho Mágico (seu último ballet) – 1903

OBS: Petipá também fez suas próprias versões de Paquita, Dom Quixote, Esmeralda, O Corsário, Giselle, La Fille Mal Gardee e outros.

Características dos ballets de Petipá

Os ballets de Petipá vão ter no geral as seguintes características como pontos de contato:

1. Ballets longos

Seu primeiro ballet original, “A Filha do Faraó” vai estrear com 3 HORAS de duração. E isso vai se repetir nos seus ballets.

2. Localização Específica

Petipá vai usar como pano de fundo dos seus ballets sempre uma localização específica, um país ou região específica e vai trazer para o ballet as culturas dos povos de que ele está retratando (por exemplo: a história de “A Filha do Faraó” se passa no Egito, vemos as roupas bem típicas de lá nos bailarinos que dançam esse ballet; “La Bayadere”, se passa na Índia, podemos notar isso pelos figurinos das “dançarinas do templo” e também pelos movimentos dos braços).

3. Encurtamento das saias acima dos joelhos – nasce o Tutu Clássico (ou bandeja)

Se no início de tudo, apenas um dos pés aparecia nas saias das mulheres e com a Era Romântica, a saia foi encurtada até os tornozelos para mostrar mais os movimentos dos pés possibilitar os saltos da bailarina; Petipá encurtou ainda mais os figurinos femininos até a altura acima dos joelhos. Isso foi para mostrar ainda mais os passos do ballet e também porque Petipá valorizava acima de tudo a técnica de quem estava dançando! Pois a saia cumprida não permitia mostrar tanto as combinações dos passos de dança. Então, o figurino básico dos ballets de Petipá, será o tutu clássico, porque esse vai permitir a bailarina a demonstrar toda a sua técnica.

4. As bailarinas principais de Petipá foram, em sua maioria, italianas

Isso não vai ser por acaso. Petipá foi um francês, mas que fez sua carreira como coreógrafo deslanchar quando esteve na Rússia. Lá, com o apoio dos Czares, muitas estrelas foram “importadas” da França e da Italia, tanto como bailarinas e bailarinos, como professores e coreógrafos. Veja mais no post que escrevi sobre o ballet na Russia.

Carolina Rosati foi a primeira bailarina a interpretar o papel de “Aspicia”, o papel principal, do primeiro ballet de Petipá. E sim, ela era Italiana.

Pierina Legnani foi outra dessas bailarinas italianas que muito dançou os ballets deste coreógrafo. Ela foi a primeira bailarina que executou os 32 fouettes no palco na Coda de Cinderella. Também será Pierina que vai dançar O Lago dos Cisnes como o papel-duplo de Odette e Odile e também Raymonda, todos estes ballets de Petipá. Já escrevi algumas vezes sobre ela por aqui.

5. Divertissements

Petipá foi ao contrário de Noverre, que acreditava que todos os personagens no ballet tinham que estar interligados e que todos os atos tinham que conter ações dramáticas, não tendo espaço para “supérfluos”. Para Marius Petipá os “divertissements” (pequenas danças para divertir o público e enaltecer os talentos de pequenos grupos de bailarinos) também tinham a sua importância; e investiu neles.  Temos divertissements em Lago, com o Pas de Trois, em Bela Adormecida com o pássaro azul e em muitos outros ballets de sua autoria.

6. Bailarina principal X Antagonista

Agora, com Petipá, não há apenas um papel principal, mas dois: a da primeira-bailarina, nossa “heroína” (que terá solos em todos os atos do ballet) e também a da antagonista, que não será necessariamente o vilão ou vilã da história, mas alguém que vai contra os anseios da estrela e que está ali para dar uma graça a mais à história. É o caso de La Bayadere, que temos Nikiya e Gamzatti; Odette e Odile no Lago dos Cisnes; Clara e a Fada Açucarada de Quebra Nozes. E vamos ver isso em outros ballets deste mestre.

7. Valorização do homem

Quando o ballet começou era “coisa de homem” (já escrevi sobre isso aqui). Os homens é que ganhavam os papéis principais, além de muitas vezes interpretarem os papéis femininos com o uso de máscaras. Na Era Romântica, isso se inverteu, pois o homem passou a ser um mero “cavalheiro acompanhante” e era a mulher que ganhava os solos e destaques. O homem não aparecia muito.

Petipá, resolveu, então, reverter essa história toda! Agora nos seus ballets, a mulher continua com solos, mas o homem também vai ganhar seu espaço tendo solos também!

8. Grand Pas de Deux

Os pas de deux ganharam uma outra estrutura graças a Petipá. Ele criou o que conhecemos como Grand Pas de Deux que vemos nos seus ballets, com o seguinte formato:

  1. Entrée – a entrada do casal. Podem ser que entrem no palco juntos ao mesmo tempo ou em momentos diferentes. A entrada é o início da coreografia do grand pas de deux.
  2. Adágio – é a dança do pas de deux, do casal juntos. Petipá vai inserir no que já existia de pas de deux, mais virtuosismo – mais pegadas, balances, giros… O bailarino vai servir de suporte para a bailarina. No pas de deux, é importante que cada um saiba o seu devido lugar.
  3. Variação Masculina – é o solo do homem. Como dito antes, o homem também terá o seu destaque. Neste momento ele vai dançar sozinho, sem a presença da bailarina.
  4. Variação Feminina – é o solo da mulher. A mulher também vai brilhar e é este o momento dela mostrar todo o seu talento artístico. Também dançará sozinha no grand pas de deux, mas após o homem.
  5. Coda – é a parte final do grand pas de deux. Normalmente é neste momento em que há uma sequência de saltos e giros e é aqui que a bailarina realiza os 32 fouettés.

9. Solistas e Demisolistas

Antes, somente a primeira-bailarina teria solos e destaques. Agora, outras bailarinas também terão “seu lugar ao sol”. Petipá criará destaques para pequenos grupos, que serão as demisolistas, quando um pequeno grupo se destaca do corpo de baile, como em La Bayadere nas Ventarolas e papéis solos para bailarinos que não serão os principais, como as fadas da Bela Adormecida.

10. Valorização do Corpo de Baile

O corpo de baile já existia sim antes de Petipá, mas a diferença é que ele deu mais vida ao grupo no ballet, não sendo mais um mero pano de fundo dos bailarinos principais. Agora o corpo de baile também irá se destacar tendo momentos de grandes movimentações. Um destes exemplos será o corpo de baile de O reino das sombras de La Bayadere. As bailarinas fazem neste ato arabesques-penchés e muitos outros movimentos em grande sincronia sem a presença dos bailarinos principais. Este corpo de baile é uma verdadeira aula de ballet e é também o corpo de baile mais famoso de Petipá. E eu tive a honra de dançar! É trabalhoso e é LINDO!

11. Presença de Danças a caráter

É a dança de um povo coreografada para um ballet. Como Petipá escolhia uma localidade para os seus ballets, fazia sentido inserir também as danças do povo daquele lugar. E essas danças poderão ser executadas sem o uso de sapatilhas de ponta. Vai ser o caso da Dança Russa no Quebra Nozes; a Tarantela (dança italiana) de Lago dos Cisnes; as Czardas (dança húngara) de Raymonda.

12. Exclusividade

A exclusividade fez parte dos ballets de Petipá, porque neles a música, o figurino e os cenários foram feitos especificamente para o ballet para os quais foram designados.

 

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Dicas para saltar mais alto https://tutudaju.com/dicas-para-saltar-mais-alto/ https://tutudaju.com/dicas-para-saltar-mais-alto/#respond Fri, 25 Jan 2019 17:38:46 +0000 https://tutudaju.com/?p=991 Oii gente! Hoje teve vídeo novo no canal, e é uma coisa que vocês me pedem bastante: os grandes saltos!!!! Bora saltar mais altos? Veja o vídeo ou leia o texto abaixo! Link do vídeo de pernas altas: https://www.youtube.com/watch?v=RKJKp… Link do vídeo de arabesque: https://www.youtube.com/watch?v=sye2y… Link do vídeo do Grand Ecárt: https://www.youtube.com/watch?v=PbfvY…   Neste vídeo […]

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Oii gente!

Hoje teve vídeo novo no canal, e é uma coisa que vocês me pedem bastante: os grandes saltos!!!!

Bora saltar mais altos? Veja o vídeo ou leia o texto abaixo!

Link do vídeo de pernas altas: https://www.youtube.com/watch?v=RKJKp…

Link do vídeo de arabesque: https://www.youtube.com/watch?v=sye2y…

Link do vídeo do Grand Ecárt: https://www.youtube.com/watch?v=PbfvY…

 

Neste vídeo dou dicas e exercícios para você melhorar os seus grandes saltos, sodange e grand jeté.

 

1. Jogue alto a perna da frente. Porque isso vai fazer a sua amplitude de perna ficar maior.

2. Não abandone a perna de trás. Assim como você jogou a da frente, pense em jogar a de trás também.

3. Não pense só em ir para cima, mas também em avançar para frente. Isso vai fazer com que o seu salto não fique curto.

4. NUNCA salte encurtada. Se é pra cima, alonga o seu corpo, não encurve na hora de saltar.

5. Valorize seu plié. Empurre o chão na hora de saltar, porque isso vai fazer com que você salte mais alto!

6. Faça os exercícios de grand battement da sua aula de ballet da forma correta e consciente.

7. Treine o grand ecárt, tentando melhorar a sua flexibilidade a cada dia.

8. Saiba ouvir a música! Se você saltar atrasada, você pode saltar mal.

9. Treine os exercícios de perna alta e arabesque.

10. Não desconte a energia no braço! Um exercício que pode ajudar nisso é saltar apenas com o braço parado na primeira.

11. Na hora de saltar, sempre passe o braço pela primeira.

12. Outra sugestão para isso é saltar em quinta ou em terceira posição, dependendo do seu método.

13. O ballet é en dehors, então o salto também será.

 

E essas eram as dicas!

Até o próximo post!

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O início do ballet no Brasil – A história antes do TMRJ https://tutudaju.com/o-inicio-do-ballet-no-brasil-a-historia-antes-do-tmrj/ https://tutudaju.com/o-inicio-do-ballet-no-brasil-a-historia-antes-do-tmrj/#respond Fri, 11 Jan 2019 17:30:34 +0000 https://tutudaju.com/?p=927 Olá bailarinas e bailarinos que me acompanham! Hoje o post vai ser sobre como começou o ballet no Brasil. Decidi escrever sobre isso porque algumas vezes já escrevi sobre a história do ballet, mas nunca mencionei sobre a história do ballet no Brasil. E há menos material disponível sobre isso. 1. Antes da vinda dos […]

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Olá bailarinas e bailarinos que me acompanham!

Hoje o post vai ser sobre como começou o ballet no Brasil. Decidi escrever sobre isso porque algumas vezes já escrevi sobre a história do ballet, mas nunca mencionei sobre a história do ballet no Brasil. E há menos material disponível sobre isso.

1. Antes da vinda dos PortuguesesResultado de imagem para casa da opera ouro preto 1770

A verdade é que a chegada dos portugueses por aqui é que impulsionou termos nosso ballet, começou a criar as verdadeiras condições para isso, mas mesmo antes deles chegarem já haviam algumas danças  indígenas como as religiosas, as guerreiras, as venatórias (de caça), funerárias, báquicas (de acasalamento) ou ainda as recreativas. Mas pulemos esta parte, porque não é o foco deste blog.

Os primeiros teatros do Brasil chegaram em Minas Gerais. A Casa da Ópera, em Ouro Preto, é o teatro mais antigo do Brasil ainda em funcionamento e considerado, por muitos, o mais antigo da América Latina. Foi construído em 1769 por João de Souza Lisboa e inaugurado em 6 de junho de 1770. Foi o primeiro teatro onde mulheres se apresentaram em um palco no país.

2. A chegada da Família Real e da Família Lacombe – D. João VI e Luis Lacombe

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Em 1808 a Família Real chega ao Rio de Janeiro fugindo das guerras napoleônicas e com ela, a figura ilustre de D. João VI, que, como muitos sabem, foi um grande incentivador das artes e da cultura aqui no País. Nesta época, chegam até nós as danças das cortes européias e toda a cultura daquele continente. Digamos que passou a ser “modinha” saber as danças das cortes.

Pelo mesmo motivo também vem para cá, a família Lacombe em 1811. Luis Lacombe vai vir da Espanha para cá e vai abrir a sua escola na Rua do Ouvidor no Centro do Rio. Este vai ser o nosso primeiro professor de dança e de etiqueta. É com Luis Lacombe que as danças da corte são pela primeira vez aqui no Brasil abertas ao público, mas vai servir mais para atender a nobreza e a aristocracia do que qualquer outra classe social.

É também nesta época que começa a se desenvolver no nosso país a dança enquanto espetáculo (é desse ano de 1811 o registro do primeiro espetáculo cênico de dança e música, “I Due Rivali”, coreografado por Lacombe sobre composição de Marcos Portugal) e ainda vai ser neste período que vamos receber uma série de visitantes que vão contribuir para o desenvolvimento da nossa dança, como  Auguste Toussaint, bailarino da Academie de l’Opéra e do Théâtre Porte Saint-Germain que também vai trabalhar com Lacombe, apresentando “O Triunfo do Brasil ou Elogio”, com cenários do célebre artista plástico Jean Baptiste Debret nas festas da consagração de D. João VI como rei de Portugal e Algarves, em 1818.

Já em 1816 é fundado aqui no Rio de Janeiro o Real Theatro São João, que mais tarde se tornaria o Teatro João Caetano. Com a fundação desse teatro é que as companhias estrangeiras começam a se apresentar na corte com essas danças. Ainda não era propriamente o ballet, mas eram os seus primórdios.

3. Reinado de D. Pedro II

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Mais tarde, a partir de 1848, já no reinado de D. Pedro II, é que vamos começar a conhecer os grandes ballets românticos europeus (ainda não é nessa época que vamos ter nossa primeira escola de ballet com bailarinos brasileiros). É anunciada a vinda de Fanny Elssler ao Rio, mas ela não vem. Conhecemos, então, Anna Trabatoni e Eugène Finart, casal de bailarinos italianos que vieram para cá junto á Companhia Lírica Italiana. Vamos assistir em 1848 pela primeira vez o ballet La Sylphide e em 1849, Giselle. O interessante é que vamos assistir Giselle aqui um pouco depois da sua estreia mundial pela Opera de Paris (1840).

Também em 1849 vai chegar aqui a bailarina italiana Maria Baderna, aceitando um convite para se apresentar com sua companhia naquele mesmo teatro que se tornaria o Teatro João Caetano (neste momento ele chamava Teatro São Pedro de Alcântara). Ela foi uma grande bailarina que se interessou pela nossa cultura. Nas suas apresentações foram incorporando danças afro-brasileiras, como o lundu, a umbigada e a cachucha, e apesar de serem consideradas “escandalosas” para a sociedade escravista brasileira, faziam sucesso, lhe garantindo um grupo de fãs ardorosos. Seus fãs começaram a ser conhecidos como “baderneiros”, o que justifica a origem deste termo na Língua Portuguesa, e isso vai se justificar pelo tumulto que esses fãs causavam.

No final dos anos 1850, liderada pelo “Jornal do Commercio”, um jornal conservador da época, acusando o ballet clássico de ser uma escola de prostituição para senhoras e jovens e de desencadear a decadência moral das famílias e do Império Brasileiro.

É fundada neste momento em 1859 o “Alcazar Lírico“, uma casa de shows de iniciativa privada que funcionou na Uruguaiana, idealizada pelo francês Joseph Arnaud, proprietário e empresário que pretendeu dar à casa de espetáculos a feição dos cabarés de Paris. Era um teatro de variedades, nos moldes do teatro criado por Offenbach em Paris, onde a  plateia era uma participante da apresentação. É nele que está as origens do teatro musical no Brasil.

O teatro Alcazar era polêmico, e muitos não gostavam dele. As bailarinas que lá dançavam eram mal vistas e eram acusadas de “mulher da vida” (prostituta). Mas, foram elas as nossas primeiras professoras de ballet.

Nessa época, em meados do século XIX, começa a surgir a ideia de que deveríamos ter um grande teatro nacional que comportasse os espetáculos de ballet e que os nossos bailarinos dançassem. João Caetano inicia essa campanha, mas de fato, quem vai dar consistência a esse projeto vai ser o dramaturgo Arthur Azevedo. É aqui que começa os primórdios do nosso Theatro Municipal do Rio de Janeiro, mas isso já foi história de outro post.

 

– Minhas fontes:

. Livro: Balé passo a passo – Flávio Sampaio

. Wikipedia

. https://www.efdeportes.com/efd186/historia-da-danca-de-salao-irmaos-lacombe.htm

. Escola Estadual de Danças Maria Olenewa

. 8 teatros históricos em Minas Gerais

. http://heloisahmeirelles.blogspot.com/2015/11/alcazar-lyrique-um-teatro-polemico-no.html

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Cursos de Férias – Janeiro de 2019 https://tutudaju.com/cursos-de-ferias-janeiro-de-2019/ https://tutudaju.com/cursos-de-ferias-janeiro-de-2019/#respond Fri, 04 Jan 2019 20:25:22 +0000 https://tutudaju.com/?p=922 Olá bailarinas e bailarinos! O verão chegou e as férias do ballet também! E aí? Quais os planos de vcs? Muita gente viaja nessa época; eu inclusive voltei de viagem agora, mas tem muito bailarino por aí que não tira férias do ballet não! Ter um pequeno descanso da rotina pode ser ótimo para o […]

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Olá bailarinas e bailarinos!

O verão chegou e as férias do ballet também! E aí? Quais os planos de vcs?

Muita gente viaja nessa época; eu inclusive voltei de viagem agora, mas tem muito bailarino por aí que não tira férias do ballet não!

Ter um pequeno descanso da rotina pode ser ótimo para o corpo, mas não é muito bom ficar muito tempo parado sem dançar pq a gente perde muito do progresso que a gente conquistou ao longo do ano. Então, as férias, esse intervalo entre os anos letivos, podem ser uma EXCELENTE OPORTUNIDADE para aprender algo novo ou aprimorar algo que já sabe ou tem dificuldade. Para isso é que servem os cursos de férias! E é o que muitos bailarinos fazem nesse momento!

Além disso, eu particularmente acho que para o bailarino é uma grande experiência ter aulas com professores renomados que sejam diferentes do seu, pois acrescenta muito ao bailarino, já que cada professor carrega consigo uma bagagem e um método de ensino diferente!

Por isso, o intuito deste post é listar alguns cursos que eu pesquisei, com os mais diversos focos, áreas e objetivos para vcs escolherem (tem curso de ballet adulto, de pas de deux, de en dehors, para quem quer se preparar para dançar no TMRJ e muitos outros). Foquei na região sudeste, pq sei que boa parte dos meus seguidores são daqui, mas quem for de outra região e/ou for fazer outro curso que eu não listei, deixe nos comentários.

RIO DE JANEIRO

1. PETITE DANSE

A Petite Danse, minha escola, está com diversos cursos incríveis apenas na Tijuca neste ano, com excelentes professores, como Tauler Brandão, que integrou o Ballet Nacional de Sodre, Rosália Verlangieri, que foi coach da Ana Botafogo e da Patricia Salgado, minha mestra, entre outros e terão cursos de ballet iniciante, nível técnico, ballet adulto, pas de deux, en dehors, e muitas outras modalidades de dança que não o ballet clássico.

Os cursos serão entre os dias 07 e 25 de janeiro de 2019, podendo o aluno escolher quantos cursos tiver disponibilidade, podendo fechar combos, como por exemplo en dehors + pas de deux + aula de nível técnico (avançado). Pode também, a depender do curso, escolher entre 1, 2 ou 3 semanas de curso.

Uma excelente novidade é que a Petite está oferecendo alojamento para quem é de fora do RJ poder fazer também.

A grande vantagem é que quem decidir participar agora pode se inscrever no dia! No caso, a partir de segunda-feira (dia 07 de janeiro) que a escola aceita.

Cursos de dança nas férias

2. CENTRO DE MOVIMENTO DEBORAH COLKER

O Centro de Movimento Deborah Colker também apresenta diversos cursos em várias modalidades, como o ballet na melhor idade e superflex.

Os cursos ocorrerão nas datas entre 07 de janeiro a 01 de fevereiro de 2019 e há entrega de certificados.

https://www.cmdc.art.br/cursos

3. BALLET AARJ

O Ballet AARJ oferece um curso bastante completo, também podendo optar entre 1, 2, ou 3 semanas de aulas. Inclui, por exemplo variação de repertório e aulas de ballet contemporâneo.

As aulas serão entre os dias 07 a 25 de janeiro.

http://balletarrj.com.br/curso-de-ferias.html

4. ESCOLA DE DANÇA DA BARRA (EDB)

A escola vai oferecer vários cursos em datas variadas entre 07 a 24 de janeiro de 2019, tendo cursos de pas de deux com Francisco Timbó.

https://www.instagram.com/escoladancabarra/

5. CENARTE DIMENSÕES

Esta escola de dança fará cursos nas mais diversas modalidades e inclusive tem preparação para o TMRJ.

https://www.instagram.com/cenarte/

SÃO PAULO

1. STUDIO GISELLE DANÇAS

O Studio Giselle Danças vai realizar uma audição para o Miami City Ballet em uma parceria com a Cia de Ballet do Rio de Janeiro e será dias 26 e 27 de janeiro de 2019.

https://www.sympla.com.br/intensivo-de-ferias—studio-giselle-dancas__204666

2. MOSTRA DANÇA

A Mostra Dança oferece cursos tanto para alunos, como por exemplo, alogamento e técnica masculina, e para professores, como as metodologias de vaganova e baby class. As aulas ocorrerão nas datas entre 08 a 18 de janeiro.

https://www.mostradanca.com/cursosp

3. AGENDA DE DANÇA

Na verdade não é um escola, mas um site criado pelo Tarcísio Cunha. Lá tem várias opções de várias modalidades.

Dica de cursos para não ficar parado nessas férias – Jan/2019

4. IOA DANÇA

A IOA Dança oferece também diversos cursos em janeiro de 2019 em muitas modalidades.

http://ioadanca.com.br/evento/ioa-curso-de-verao-2019/http://ioadanca.com.br/agenda-completa/

 

MINAS GERAIS

– BH

1. PRIMEIRO ATO CENTRO DE DANÇA

Esta escola também está com diversos cursos em várias modalidades, do ballet ao hip hop, e acontecerá com datas entre 21 a 26 de janeiro.

https://www.facebook.com/primeiroato/https://www.instagram.com/primeiroatocentrodedanca/

 

2. MOSTRA DANÇA

Assim como o de São Paulo, este curso também tem para alunos e professores nas mais diversas modalidades. Ocorrerá dos dias 21 a 25 de janeiro.

https://www.mostradanca.com/cursobh

 

3. IV SEMINÁRIO ARTE MINAS INTERNACIONAL

Ocorrerá nos dias 13 a 26 de janeiro de 2019 e conta com professores nacionais e intercionais.

http://seminarioarteminas.net/regulamento-horarios/

 

 

E esses foram os principais cursos de férias para bailarinos em 2019.

Alguém se interessou? Eu já escolhi o meu!!!

Se alguém for fazer um que eu não falei, deixe nos comentários!!!

Até o próximo post!!!

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O pano de boca do Theatro Municipal do Rio de Janeiro https://tutudaju.com/o-pano-de-boca-do-theatro-municipal-do-rio-de-janeiro/ https://tutudaju.com/o-pano-de-boca-do-theatro-municipal-do-rio-de-janeiro/#respond Thu, 29 Nov 2018 22:43:42 +0000 http://tutudaju.com/?p=879 Olá bailarinos e bailarinas que me acompanham! Depois de um tempo sem fazer um post exclusivo para o blog, finalmente estou aqui para não colocar nenhum vídeo do meu canal! O contéudo vai ser por escrito dessa vez!!!! Para quem me segue no Instagram viu que há pouco tempo eu fiz uma visita guiada ao […]

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Olá bailarinos e bailarinas que me acompanham!

Depois de um tempo sem fazer um post exclusivo para o blog, finalmente estou aqui para não colocar nenhum vídeo do meu canal! O contéudo vai ser por escrito dessa vez!!!!

Para quem me segue no Instagram viu que há pouco tempo eu fiz uma visita guiada ao Theatro Municipal do Rio de Janeiro! Para quem quiser ver essa visista clica aqui no meu perfil do Instagram e veja com mais detalhes que está lá nos destaques!

Então, por causa dessa visita, resolvi falar da história do pano de boca do TMRJ  feito por Eliseu Visconti e toda a polêmica envolvida na sua criação.

Já fiz um post sobre toda a história do Theatro Municipal e do corpo de baile, então pulemos essa parte.

O QUE É UM PANO DE BOCA

Pano de boca, para quem não sabe, é uma tela que ocupa toda a entrada da sala, que cobre toda a boca de cena, que fica na frente da cortina antes de começar o espetáculo.

O pano de boca do TMRJ foi produzido por Eliseu Visconti a partir de 1906 em Paris, chegou ao nosso Theatro em 1908, antes mesmo da sua inauguração, e só fica exposto cerca de uma semana por ano por razões de manutenção.

“Conhece o panno de bocca do Theatro Municipal? É uma
enorme téla de doze metros por doze. A allegoria que nelle está
pintada contém cerca de trezentas figuras retratos historicos.
Imagine essa enorme téla, que eu deveria esboçar, pintar,
encher, enfim, esticada no meu atelier de Paris, em minha frente,
esperando por mim, completamente branca! Foi essa, sem
duvida, a maior emoção da minha vida de artista!”

A HISTÓRIA DO PANO DE BOCA DO TMRJ

O pano de boca já estava presente no Theatro antes mesmo da sua inauguração, que, como vocês podem ver no outro post sobre a história do TMRJ, foi uma obra que demorou apenas quatro anos para ficar pronta.

Mas a verdade é que, embora o pano de boca tenha chegado ao Theatro em 1908, a sua história começa um pouco antes, em 1905. Foi neste ano em 16 de junho que Eliseu Visconti recebera em Paris uma carta escrita por Francisco Guimarães comunicando que o arquiteto construtor do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Francisco Oliveira Passos, solicitava que o pintor levasse ao Rio de Janeiro alguns esboços com ideias para as decorações do referido
teatro.

Resultado de imagem para eliseu visconti pano de boca

Retornando, então, à capital francesa em maio de 1906, Visconti aluga o atelier que havia pertencido a Puvis de Chavannes, em Neuilly-sur-Seine, no Boulevard du Chateau nº 38.  No Brasil não havia atelier nas dimensões adequadas à empreitada que Visconti iniciava. O atelier alugado em Paris, com cerca de 5 metros de pé direito, seria ainda pequeno, pois o pano de boca, com 12 metros de altura por 13 metros de largura, teve que ser dividido em três seções, de diferentes alturas, pintadas separadamente.

Visconti teve como um de seus assistentes o pintor Helios Seelinger, que se encontrava em Paris por haver conquistado em 1903 o prêmio de viagem ao exterior com a tela “Boêmia”. Quatro anos depois de seu trabalho com Visconti, Seelinger seria escolhido para executar o painel decorativo do salão nobre do Clube Naval do Rio de Janeiro.

Concluído, o pano de boca foi exposto em Paris, entre 20 e 28 de julho de 1907, no atelier do artista. Embora envaidecido com os insistentes pedidos para mostrar seus trabalhos ainda na capital francesa, Visconti não pretendia realizar essa exposição, pois o contrato de aluguel do atelier expirava em 15 de julho e o novo inquilino negava-se a permitir que o prazo fosse prorrogado por um dia sequer. Sabe-se, por carta encaminhada a Francisco Oliveira Passos, que Visconti não admitia realizar a exposição em outro local, temendo pela integridade de suas obras.

Em 11 de outubro de 1907, Eliseu Visconti embarca no navio Nille, trazendo as decorações do Theatro Municipal em três caixotes, sendo que o maior deles tinha 14 metros de comprimento. Chegando ao Rio, os trabalhos de montagem das obras no Theatro foram imediatamente iniciados. Visconti havia visitado a Ópera de Paris em junho de 1907 para examinar a instalação do pano de boca do teatro francês. Lá desenhou detalhes da engrenagem utilizada para suspensão do pano, com o claro objetivo de aplicar mecanismo similar à sua obra.

Oito dias foram necessários para a suspensão do pano de boca no Theatro Municipal, trabalho concluído em 28 de abril de 1908. E o pano seria objeto de críticas severas, por parte de Arthur Azevedo. O dramaturgo contestava a concepção da obra, e não os personagens ali colocados. Preservava Visconti como artista, mas acusava o prefeito Pereira Passos de arbitrário, por não haver submetido o croqui do pano de boca à aprovação da prefeitura e à opinião pública, esquecendo-se da exposição do croqui na Casa Vieitas, em 1906. Suas críticas eram passadas aos leitores através das crônicas Palestras, que mantinha no jornal carioca O Paiz, e tinham como principal propósito atacar o prefeito. Em resposta, o Engenheiro Francisco Oliveira Passos faz publicar, na edição de 30 de julho de 1908 do mesmo jornal, carta encaminhada a Arthur Azevedo, na qual afirma que a pintura do pano de boca só foi confiada a Eliseu Visconti depois de aprovado pela prefeitura o croqui a óleo do trabalho.

O ENCONTRO DE TODAS AS ARTES

Mesmo o atelier em Paris tendo um pé-direito bastante alto, foi necessário executar o trabalho do pano de boca em três etapas. A parte superior foi estendida no dia 20 de janeiro de 1907; a segunda no dia 24 de março e a parte inferior no dia 15 de maio. O tema dado a Visconti – A influência das Artes sobre a Civilização –, foi desenvolvido pelo pintor numa profusão de centenas de figuras em desfile alegórico.

No alto, a Arte abre braços e asas para influenciar o avanço da civilização, enquanto, ao som da música instrumental e coral, a Verdade e a Ciência espalham sua luz. No cortejo estão representados grandes nomes da literatura, música, teatro, escultura, pintura e alguns poucos governantes que favoreceram as artes, através dos séculos. No terço inferior da tela, Visconti representa os vultos brasileiros das mesmas áreas culturais, e termina com uma banda de música e representantes do povo.

É possível ver, então no pano de boca de Eliseu Visconti, no conjunto das figuras e alegorias, além da figura da verdade e dos representantes do povo, como negros e indígenas, a escultura da Verdade,  Terpsícore, algumas bailarinas clássicas, representações da Grécia e Roma, e algumas personalidades bastante conhecidas por nós como Shakespeare, Camões, Vitor Hugo, Francisco Manuel, Mestre Valentim, José Bonifácio, Castro Alves, José de Alencar, Casimiro de Abreu, Pedro Américo, Vitor Meireles, D. Pedro II e os artistas de teatro famosos no século 19 ou naquela época, como João Caetano, Vasques, Peregrino de Menezes e Furtado Coelho e ainda a célebre dançarina moderna, Isadora Duncan.

Mas foi justamente a presença de Dom Pedro II e de negros que mais causaram polêmica na época. Vamos, então a essas polêmicas.

AS POLÊMICAS

Diversos visitantes ao seu atelier, tanto brasileiros quanto estrangeiros, aconselharam Visconti a expor seus trabalhos ainda em Paris. Depois de conseguir uma prorrogação do contrato de aluguel, ele pôde expor suas decorações no próprio atelier onde foram trabalhadas. A exposição aconteceu entre 20 e 28 de julho de 1907 e Visconti registrou em seu caderno de notas o comparecimento de quase 300 pessoas no dia da inauguração, citando nominalmente dezenas delas, dentre as quais, diversos artistas e autoridades, franceses e brasileiros, com destaque para Joseph-Antoine Bouvard, arquiteto da cidade de Paris, e o ex-presidente do Brasil Rodrigues Alves.

A imprensa francesa acolheu bem a exposição. Visconti pede a Oliveira Passos autorização para que o jornal “L’Art Decoratif” possa reproduzir os seus trabalhos em número especial, e informa: “Pelo correio passado enviei-lhe alguns jornais que fallam da exposição e seguem outros”.

No entanto, a exposição suscitou imediatamente reações escandalizadas por integrantes da colônia brasileira em Paris. Um certo Pereira Nunes, listado no caderno entre os que compareceram à inauguração, escreveu a Visconti uma carta, como “aviso de quem deseja poupar-lhe desgostos”, informando estar certo de que a todos “impressionou tristemente aquella exhibição de negros e bananas, mais um alvo para as chacotas e troças dos estrangeiros que nos
frequentam”. A carta sugeria que o pequeno grupo, espremido ao final da procissão, fosse suprimido ou substituído.

O trecho inferior do telão, o único que pôde ser exposto em Paris, constitui apenas uma terça parte da composição. Mas a elite brasileira demonstrou verdadeiro horror ao que viu em Paris, pois não se conformava com a inclusão de populares numa tela decorativa da mais luxuosa casa de espetáculos brasileira, ainda que o grupo ocupasse um espaço ínfimo e sem relevo algum. No canto inferior esquerdo, está representada uma família negra de pés descalços – o pai, que carrega uma espécie de bastão, símbolo do seu trabalho braçal; a mãe que segura um bebê no colo e estende a mão para conter o menino que se inclina para pegar algo do chão; e a jovem que segura a bacia com frutos acima da cabeça.

No Brasil, a imprensa divulgava a opinião da elite, antes que o público tivesse oportunidade de ver a obra. Em resposta, Oliveira Passos mandou publicar no “Jornal do Commercio” uma carta com a descrição feita por Eliseu Visconti do seu trabalho, para que se tivesse uma noção do todo. Na sequência, porém, foi acrescentado o
telegrama que o Jornal do Brasil publicara no dia anterior, recebido de Paris:

“Membros da colonia brasileira dirigiram-se ao Sr. Conselheiro
Ruy Barbosa, pedindo-lhe que interviesse junto ao Sr.
Presidente da Republica, para que fosse evitado o acabamento
do panno de boca do Theatro Municipal em que o pintor Visconti
representava o Brasil artistico na pessoa de Sua Magestade o
Imperador, finado Sr. D. Pedro II, boquiaberto ante o maestro
Carlos Gomes e rodeado de pessoas na mesma attitude, entre
as quaes uma preta mina, com um taboleiro cheio de bananas,
além de outros attributos ridiculos ou deprimentes”.

Visconti, em Paris, também recebeu as notícias que circulavam no Brasil, através do telegrama: “Causa má impressão inclusão Imperador e mais pessoas populares panno Teatro”, justamente por representar a monarquia, passado não tão distane no Brasil à época. Mas, na visão de Visconti, não tinha razão de ser essa má impressão, tendo em vista que o pintor não escolheu a figura do Imperador por ser imperador, mas por ter sido uma pessoa de grande importância para a arte. Dom Pedro II foi de fato um verdadeiro mecenas da produção artística no Brasil, patrocinando diversos artistas. Então, ele deveria, sim, estar presente no pano de boca.

Foi sugerida uma modifição a Visconti de seu pano de boca, justamente pela presença dos negros e de Dom Pedro II, mas a verdade é que a pintura foi mantida intacta, não sofrendo qualquer modificação, sobrevivendo ao tempo e às críticas sofridas.

No final de setembro, Visconti comunicou a Oliveira Passos que partiria no dia 11 deoutubro, no paquete Nile, levando as decorações do teatro. Já no Rio, o pintor registrou no seu caderno de notas que a colocação do pano de boca se fez entre os dias 11 e 19 de abril de 1908, e ainda, minuciosamente, a maneira de suspendê-lo. Então, novamente o pano de boca ocupou as páginas da imprensa.

Ele foi reproduzido, em página dupla, na revista Fon-Fon, de 11 de julho, sem nenhum comentário. Logo em seguida, num artigo antimonarquista ele é citado, desta vez destacando a figura de Pedro de Alcântara, colocado “ao lado de uma bailarina-cocotte, e no mesmo plano em que eternizou a elegante effigie do Sr. Oliveira Passos, que lhe encommendou a obra, significando, assim, que nas creações estheticas não ha reverenciaes convencionaes, nem attenções idolatras”

Na semana seguinte o assunto ressurge na coluna Palestra, de Arthur Azevedo, que também assentiu com as críticas feitas ao pano de boca do Theatro Municipal.

Quando finalmente o teatro ficou pronto, em julho de 1909, sobre uma visita anterior à inauguração, facultada a jornalistas e convidados para conhecerem as instalações do teatro, o Correio da Manhã publicou: “Tivemos occasião de ver tambem o panno pintado por Visconti e que é de grande effeito”. Mas O Paiz, o jornal que mais
alimentou a discussão, reservou-se o direito de manter o seu posicionamento em vantagem, sugerindo que a apresentação do pano de boca de Eliseu Visconte na inauguração do Theatro iria reacender ass discussões e polêmicas de natureza artistica, já levantadas anteriormente e agora apagadas pela espectativa da obra.

Mas o palpite falhou e a polêmica não se reacendeu. No seu devido lugar e visto por inteiro, à distância para a qual foi planejado, a complexidade do pano de boca de Visconti não incomodava, como se imaginou, e nem destoava esta ou aquela figura, mesmo aos olhos dos mais preconceituosos. Em todas as reportagens sobre a inauguração do Teatro Municipal, ocorrida no dia 14 daquele mês, nada foi encontrado sobre ele. A imprensa preferiu calar a assumir a aprovação do público, em dissonância com a opinião propalada pela elite.

A Illustração Brazileira publicou um artigo em que o autor conta, assombrado, a sua experiência fulgurante de visitar o teatro, conhecendo todas as suas dependências. Ele descreve o luxo, o conforto, o funcionamento do mecanismo de palco, e se impressiona principalmente com a luz elétrica por toda a parte. Sobre as pinturas apenas diz: “E pelas paredes leves trechos de fantasia, pintados por Visconti e Bernardelli, quasi sempre o vago esboço de mulheres a dansar, envoltas em brumas e veus”. No texto, nenhuma palavra sobre o pano de boca, porém, entre as reproduções, lá está ele (p.69) e na página anterior, um desenho com suas figuras principais, numeradas de 1 a 75, e
a indicação do que cada uma representa.

Por fim, mesmo após as duras críticas e polêmicas, a pintura permaneceu como foi originalmente concebida, e resistiu aos percalços do tempo e da apreciação dos homens, chegando ao século XXI como o testemunho de uma época que se orgulhava do seu progresso, mas ainda flertava com retrocessos da parte dos representantes de uma elite, que não se conformava com as pequenas conquistas sociais alcançadas, a duras penas, pelos menos favorecidos.

Eliseu Visconti também foi responsável por pintar o teto do Theatro Municipal do Rio de Janeiro, pintura nomeada de “A dança das horas”, mas deixemos isso para outro post!!!

 

OBS: Minhas fontes bibliográficas:

http://www.cbha.art.br/coloquios/2016/anais/pdfs/3_Mirian%20Seraphim.pdf

https://eliseuvisconti.com.br/theatro-municipal-pano-de-boca/

 

Até um próximo post pessoal!!!!

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Make de palco PERFEITA – 3º desafio Méliuz – Collab https://tutudaju.com/make-de-palco-perfeita/ https://tutudaju.com/make-de-palco-perfeita/#respond Tue, 27 Nov 2018 16:21:59 +0000 https://tutudaju.com/?p=907 Olá bailarinas!!! O vídeo de hoje é especial para as meninas!!! Esse vídeo é a primeira collab do canal do Tutu da Ju!!! Obaaa!!! E para isso, não poderia deixar de chamar um convidado mais que especial, Fernando Mendonça, meu amigo do ballet, para fazer uma make de palco para nós bailarinas dançarmos nas apresentações, […]

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Olá bailarinas!!!

O vídeo de hoje é especial para as meninas!!!

Esse vídeo é a primeira collab do canal do Tutu da Ju!!! Obaaa!!!

E para isso, não poderia deixar de chamar um convidado mais que especial, Fernando Mendonça, meu amigo do ballet, para fazer uma make de palco para nós bailarinas dançarmos nas apresentações, já que o final de ano está chegando!!!

Chamei o Fernando, pq AMO a energia dele e a pessoa que ele é!!! Sabe aquele amigo que te joga pra cima e é sempre alto astral? É o Fernando com certeza!!! Ele é aquele amigo que todo mundo quer perto! O tipo de pessoa que a gente deve se cercar!!!

Além disso, chamei o Fernando pra ele dar várias dicas boas que ele sabe pra a gente ter aquela make perfeita. Como evitar de suar, de borrar a maquiagem, de fazer a make durar e muitas outras dicas que toda bailarina tem que saber pra ter a melhor make de palco!!!

Fizemos uma maquiagem tom terra, que vai combinar com praticamente qualquer tipo de figurino e praticamente qualquer tipo de ballet!!! Aproveitamos a Méliuz para podermos fazer uma surpresa pro nosso convidado!!! Compramos um presente

pra ele que com certeza ele vai usar bastante!!! E deu pra ver que ele AMOU!!! E eu AMEI a reação dele ao receber o presente!!! NÃO SE ESQUEÇAM DE VOTAR E DE DEIXAR SEU LIKE!!!

Link para votar: https://www.meliuz.com.br/desafio/2018/p/tutudaju

Até o próximo post!!!

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